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Saúde

China põe cidade em lockdown, mas Malásia e Singapura atenuam medidas: AO VIVO

Um lockdown temporário completo foi implementado na cidade de Tangshan, um centro siderúrgico na província de Hebei, no norte da China

Hong Kong retomará testagem em massa
Por Bloomberg News
23 de Março, 2022 | 11:52 am
Tempo de leitura: 7 minutos

Bloomberg — A China impôs o quinto lockdown das últimas duas semanas para conter um aumento nos casos de covid-19. O país está pressionando as províncias para construir mais de 60 hospitais de campanha.

Um lockdown temporário completo foi implementado na cidade de Tangshan, um centro siderúrgico na província de Hebei, no norte da China, segundo autoridades locais. As restrições começaram em 22 de março com os moradores não autorizados a deixar seus prédios até novo aviso. O governo de Xangai descartou rumores online de que decretará um lockdown para toda a cidade na capital financeira por uma semana, enquanto exige mais testes para residentes em algumas áreas na quarta (23) e quinta-feira (24).

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Os ministros da saúde da Malásia e de Singapura concordaram que a situação da pandemia em ambos os países se estabilizou, escreveu o ministro da Saúde da Malásia, Khairy Jamaluddin, no Twitter na quarta-feira (23). Os ministros concordaram em trabalhar imediatamente para a retomada total das viagens aéreas e terrestres para os totalmente vacinados. A Malásia reabrirá suas fronteiras para turistas internacionais em 1º de abril, enquanto Singapura pretende permitir que qualquer pessoa totalmente vacinada entre no país.

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Singapura deve definir os próximos passos na quinta-feira (24) (6h22)

A situação da covid-19 em Singapura “está melhorando, com a diminuição da onda ômicron sendo observada”, disse o primeiro-ministro de Singapura, Lee Hsien Loong, no Facebook.

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Ele deve falar sobre a situação do vírus em Singapura, bem como os próximos passos, às 11h, horário local, na quinta-feira (24).

Hong Kong relata 12.240 novos casos de covid (6h04)

Hong Kong registrou 12.240 novos casos de covid na quarta-feira (23), disseram autoridades de saúde em um briefing.

A cidade também anunciou 170 mortes, principalmente de pessoas não vacinadas. As autoridades declararam que o centro financeiro registrou cerca de 1,07 milhão de infecções no atual surto.

Nova Zelândia ameniza restrições restantes (3h54)

A Nova Zelândia começará a eliminar gradualmente suas restrições que ainda estão em vigor, pois o atual surto de ômicron mostra sinais de ter atingido o pico.

A partir da meia-noite de sexta-feira (25), os limites de números de pessoas em reuniões ao ar livre serão aumentados, bem como os limites em ambientes internos, de 100 para 200, e não será mais exigido que os indivíduos digitalizem QR codes quando entrarem em ambientes fechados. Os passes de vacina não serão mais necessários para entrar em hotéis e outros locais a partir de 4 de abril.

Sucesso na Europa após ‘brutal’ flexibilização das restrições (2h22)

Um terço dos países europeus, incluindo Alemanha, França e Reino Unido, estão vendo um aumento nos casos de covid-19 após o relaxamento “brutal” das restrições, disse o chefe regional da Organização Mundial da Saúde.

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“Os países onde vemos um aumento em particular são o Reino Unido, Irlanda, Grécia, Chipre, França, Itália e Alemanha”, disse Hans Kluge, diretor da OMS para a Europa, em uma entrevista na Moldávia na terça-feira (22). “Esses países estão suspendendo brutalmente as restrições de muito para muito pouco.”

A Europa está tentando deixar a covid-19 para trás, mas a pressa em diminuir as restrições agora está preparando o terreno para um retorno dos riscos pandêmicos. Os casos recém-confirmados subiram para 5,4 milhões nos últimos sete dias, comparados ao 4,9 milhões no final de fevereiro, segundo dados da OMS. Mais de 12.400 pessoas morreram de covid na semana passada, segundo a OMS.

Paquistão relata zero mortes (2h21)

O Paquistão não registrou mortes pelo coronavírus pela primeira vez em quase dois anos, de acordo com uma postagem no Twitter de seu Centro Nacional de Operação e Comando.

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A nação do sul da Ásia suspendeu na semana passada todas as restrições relacionadas ao coronavírus. Cerca de metade de sua população ja foi vacinada.

Hong Kong: testagem em massa fica viável com menos casos (23h07)

Hong Kong ainda considera os testes em massa em toda a cidade como uma opção viável para encontrar casos restantes de covid assim que a onda atual diminuir, disse a chefe do Executivo, Carrie Lam, em um briefing.

A retomada das viagens sem quarentena para a China continental continua sendo “uma prioridade”, mas não há cronograma para a reabertura, disse Lam. A cidade retomará as discussões com o continente sobre a reabertura assim que as condições permitirem.

Hong Kong retomará as aulas presenciais de dia inteiro se 90% dos alunos e todos os funcionários da escola receberem duas doses de vacinação, disse o secretário de Educação Kevin Yeung no briefing.

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China relata aumento de infecções (22h34)

O pior surto de covid na China em mais de dois anos continuou a piorar, com infecções diárias chegando a 5.000 na quarta-feira (23).

A província do nordeste de Jilin, que entrou em lockdown, registrou cerca de 2.800 casos. As infecções em Xangai aumentaram para quase 1.000 após a expansão dos testes. Os casos parecem estar diminuindo em Shenzhen, que encerrou um lockdown de uma semana no início desta semana.

O surto, alimentado pela variante ômicron, altamente infecciosa, foi detectado em 28 das 31 províncias do continente chinês. O país também viu um aumento constante nos casos graves de covid, embora o número geral tenha permanecido baixo, em 50, na quarta-feira (23).

Hong Kong aumenta o rastreamento de contatos (0h02)

Hong Kong retomou o envio de avisos de testes obrigatórios depois que uma queda nas infecções diárias liberou a capacidade do laboratório, permitindo que as autoridades retomassem o elaborado sistema de rastreamento e isolamento que sustentava sua estratégia Covid Zero.

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O governo emitiu avisos para 10 instalações na terça-feira (22), o primeiro desde que o programa foi suspenso no final de fevereiro, pois o aumento de casos sobrecarregou a capacidade de testes e rastreamento da cidade. As autoridades de saúde disseram que inicialmente terão como alvo edifícios de alto risco onde muitas infecções são encontradas, como prédios residenciais.

Hong Kong considera abertura completa das escolas primárias (21h53)

O governo de Hong Kong está analisando permitir que as escolas primárias retomem as aulas presenciais em tempo integral, caso a taxa de vacinação atinja certo limite, relatou o Sing Tao Daily, citando uma fonte não identificada.

As escolas primárias foram limitadas a aulas presenciais de meio período por quase 2 anos. A Secretaria de Educação planeja aumentar o limite de vacinação para retomar as aulas presenciais em período integral do ensino médio para 90%, de 70%, para professores e alunos.

China constrói mais de 60 hospitais de campanha (20h38)

Cada uma das províncias da China deve criar pelo menos dois a três hospitais de campanha para tratar infecções em meio à disseminação explosiva da ômicron no país, segundo a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

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O país atualizou suas diretrizes de tratamento da covid na semana passada para reservar hospitais designados para pessoas com condições graves, enquanto pacientes com sintomas leves devem ser enviados para instalações de isolamento para evitar sobrecarregar o sistema médico.

Um total de 33 hospitais de campanha foram construídos, ou estão atualmente em construção, para fornecer 35.000 leitos, disse Jiao Yahui, funcionário da Comissão Nacional de Saúde, em um briefing. Cerca de 31 governos locais são obrigados a apresentar planos para garantir que os hospitais possam ser colocados em uso dentro de dois dias, quando necessário.

Xangai descarta rumores de lockdown total (20h17)

O governo de Xangai negou rumores espalhados na internet de que irá bloquear a capital financeira por uma semana, segundo a mídia chinesa, que citou autoridades locais na noite de terça-feira (22). A autoridade local exortou os moradores a não acumular alimentos e outros produtos de uso coitidano.

A megacidade de 25 milhões de pessoas testemunhou aumentos acentuados nos casos de covid nos últimos dias. Foram registrados 896 casos de covid-19 na segunda-feira (21), um recorde pelo segundo dia consecutivo. As autoridades expandiram os testes para mais moradores para erradicar as cadeias de transmissão silenciosas. Na semana passada, a cidade descartou a imposição de um amplo lockdown, mas autoridades disseram na segunda-feira (21) que algumas áreas permanecerão em lockdown para mais testes. Li Qiang, secretário do Partido Comunista de Xangai, pediu mais testes em uma visita a alguns bairros em lockdown na terça-feira (22).

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A autoridade anunciou na terça-feira (22) à noite que interromperá alguns serviços de metrô em algumas estações e linhas a partir de hoje. Enquanto isso, o Conselho de Estado, a casa civil da China, enviou forças-tarefa para 10 províncias e municípios, incluindo Xangai, para ajudar a supervisionar o controle da covid.

Tailândia enfrenta déficit de conta corrente em petróleo, turismo (20h17)

A Tailândia está caminhando para um raro déficit consecutivo em conta corrente, à medida que as perspectivas para as chegadas de turistas se tornam menos otimistas com um surto de casos de covid em todo o mundo e as contas de importação de energia aumentam em meio à disparada dos preços do petróleo.

O importador de petróleo pode registrar um déficit de US$ 4,6 bilhões este ano, segundo o Bank of Ayudhya, que anteriormente estimou um superávit de US$ 5,8 bilhões na conta corrente - a medida mais ampla de comércio e investimento.

Hillary Clinton diz que testou positivo para covid (20h12)

Hillary Clinton testou positivo para covid-19 e tem alguns sintomas leves de resfriado, mas está se sentindo bem, disse ela em um tweet na terça-feira(22).

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Nova política de quarentena de Hong Kong não satisfaz as empresas (7h)

As novas políticas de Hong Kong para afrouxar as regras de quarentena e reverter as medidas de distanciamento social não atendem às principais preocupações das comunidades empresariais locais e internacionais e ameaçam sua posição como centro financeiro, segundo grupos comerciais.

A chefe do Executivo, Carrie Lam, disse na segunda-feira (21) que Hong Kong encerrará a proibição de viagens de nove países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, em 1º de abril, e reduzirá pela metade a quarentena obrigatória em hotéis para sete dias. Ela também anunciou uma possibilidade de suspender as medidas de distanciamento social, após as instituições financeiras e os moradores da cidade expressarem frustração com seu isolamento.

– Com a colaboração de Dong Lyu.

– Esta notícia foi traduzida por Marcelle Castro, Localization Specialist da Bloomberg Línea.

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