PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Internacional

EUA decidem enviar mais 3.000 soldados para Polônia

Serviços de inteligência dos EUA indicam que a Rússia pode atacar a Ucrânia antes que as Olimpíadas terminem em 20 de fevereiro

EUA enviam mais tropas para Polônia
Por Bloomberg News
11 de Fevereiro, 2022 | 08:53 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — O Pentágono está enviando mais 3.000 soldados dos EUA para a Polônia, de acordo com uma autoridade de defesa dos EUA, como parte do esforço para reforçar a presença americana e da Otan na Europa, à medida que as tensões com a Rússia aumentam sobre a Ucrânia.

Autoridades dos EUA disseram que as tropas estão lá apenas para fins defensivos e não entrariam na Ucrânia.

O Departamento de Defesa também disse que o general Mark Milley, presidente do Joint Chiefs, conversou por telefone com seu colega russo, general Valery Gerasimov. Eles concordaram em manter a discussão privada como tem sido prática no passado, de acordo com o coronel Dave Butler, porta-voz do Joint Chiefs.

Os presidentes Joe Biden e Vladimir Putin falarão no sábado sobre a crise na Ucrânia, de acordo com uma autoridade do governo dos EUA.

PUBLICIDADE

Os EUA alertaram que a Rússia pode atacar a Ucrânia antes que as Olimpíadas terminem em 20 de fevereiro. A Rússia tem reiterado que não tem intenção de invadir a Ucrânia.

A Rússia recuou depois que a Otan e a União Europeia afirmaram que forneceriam apenas uma resposta coletiva às suas propostas sobre uma estrutura de segurança regional. Moscou estava buscando respostas individuais de cada país membro da UE.

Aliados ocidentais estão tentando mostrar unidade diante do aumento do efetivo militar da Rússia perto da fronteira com a Ucrânia, reforçando o flanco leste da Otan com tropas adicionais e ameaçando sanções conjuntas contra Moscou se ela invadir a Ucrânia.

Biden disse que as condições na região podem “piorar rapidamente”, enquanto fez um apelo para que os americanos deixem a Ucrânia. O presidente americano fez uma ligação na sexta-feira com outros líderes para discutir as tensões.

PUBLICIDADE

Veja mais em Bloomberg.com

Leia também