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Saúde

Covid pode se tornar endêmica em 2022, diz presidente da Moderna

Embora a ômicron seja altamente transmissível, “por outro lado, está tendo um efeito menor em termos de gravidade da doença”, disse

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Bloomberg — A pandemia pode começar a entrar em uma fase endêmica em 2022, embora os países precisem ficar vigilantes à medida que a variante ômicron se espalha, de acordo com o cofundador da Moderna, Noubar Afeyan.

Enquanto alguns países começam lentamente a considerar o tratamento da covid como uma doença endêmica, como a gripe, as autoridades da Organização Mundial da Saúde disseram que é muito cedo para fazer essa chamada à medida que os casos aumentam.

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“2022 pode ser o ano em que a pandemia entra em uma fase endêmica, mas realmente depende do que acontece e das decisões que são tomadas em todo o mundo”, disse Afeyan em entrevista à Bloomberg Television nesta sexta-feira (14) com Francine Lacqua. Embora a ômicron seja altamente transmissível, “por outro lado, está tendo um efeito menor em termos de gravidade da doença”, disse ele.

Por enquanto, o mundo permanece ao alcance da pandemia, escreveu Afeyan em uma carta publicada esta semana no site da Flagship Pioneering, empresa de capital de risco que ele lidera. Afeyan disse que estava entre os milhões de pessoas que contraíram a variante ômicron durante a temporada de festas.

Veja mais: Como a festa de fim de ano pode ter virado ‘superdisseminadora’ de ômicron

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A dose de reforço específica para ômicron da Moderna pode entrar em testes em humanos dentro de semanas, disse Afeyan hoje (14), reiterando os comentários que o CEO Stephane Bancel fez no início desta semana. O CEO disse esperar que outro reforço seja necessário no outono, e é provável que contenha um componente adaptado à ômicron.

“Estaremos prontos com nossos testes começando em semanas”, disse Afeyan. “Se precisamos de um reforço na primavera ou no outono é algo que teremos que trabalhar com autoridades de todo o mundo para resolver.”

A Moderna, juntamente com a Pfizer e sua parceiro BioNTech, desenvolveram vacinas contra covid-19 altamente eficazes com base na tecnologia de RNA mensageiro. A Moderna disse no início desta semana que assinou acordos de compra de vacinas no valor de US$ 18,5 bilhões para este ano, além de opções para outros US$ 3,5 bilhões, incluindo doses de reforço.

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