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Cripto

Fintech Educbank anuncia serviço de pagamento com criptomoedas para escolas

Responsáveis pelos estudantes poderão quitar as mensalidades escolares utilizando criptos

Da esquerda para direita: Danilo Costa, fundador do Educbank; Lars Janér, CEO do Educbank; e Fabiola Overrath, diretora de Operações e Pessoas do Educbank.
17 de Novembro, 2021 | 03:52 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg Línea — A fintech educacional Educbank anunciou nesta quarta-feira (17) que passará a oferecer a possibilidade de pagamento via criptomoedas para escolas particulares do Brasil.

Com esse novo serviço, os responsáveis pelos estudantes poderão quitar as mensalidades escolares utilizando criptomoedas, além de transações via Pix e modos mais tradicionais, como cartão de crédito, boleto bancário e dinheiro.

“Sabemos que a ampla maioria das Escolas brasileiras ainda são reféns do ‘bom e velho’ boleto bancário”, disse Lars Janér, CEO do Educabank. “Queremos transformar as instituições de ensino em vanguarda no que tange as inovações financeiras”, completou.

Interface Educbankdfd

Segundo informações do Banco Central, só em 2021, já foram comprados mais de R$ 23 bilhões em criptomoedas no Brasil. A autarquia estima que o total de ativos digitais em posse dos brasileiros pode ser de aproximadamente R$ 276 bilhões.

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De acordo com a processadora de pagamentos em criptomoedas CoinPayments, 77% das operações em cripto do Brasil são realizadas com Bitcoin. Em seguida, aparece o Ether, token nativo do blockchain Ethereum, utilizado em 27% dos negócios e, depois, Binance Coin (BNB), Tether (USDT) e Polkadot (DOT).

Quanto ao Pix, só em 2021, já foram cadastradas mais de 313 milhões de chaves, sendo 12,7 milhões de empresas e 300,5 milhões de pessoas físicas. Desde sua implantação em novembro do ano passado, o Pix conseguiu superar a penetração do cartão de crédito e do boleto bancário entre os consumidores brasileiros.

Pagamento sem inadimplência

O Educbank é a primeira fintech para educação básica da América Latina. A empresa garante o acesso a capital e o recebimento integral de 100% das mensalidades, mesmo em caso de atraso dos responsáveis financeiros. A companhia diz ter como compromisso a ampliação do acesso à educação básica de qualidade.

“Como um ex-gestor de uma rede de escolas, sei que há muito ainda por fazer para sedimentarmos todas estas inovações financeiras nas Escolas”, comenta Danilo Costa, fundador do Educbank. “Mas acreditamos que desta forma vamos facilitar e simplificar a relação dos gestores escolares com as famílias, além de ampliar as opções dos meios de pagamento, garantindo que cada responsável financeiro dos estudantes tenha autonomia de escolher a forma ideal de manter os pagamentos em dia”, completa.

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Igor Sodré

Igor Sodré

Jornalista com formação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com experiência na cobertura de cultura e economia, tendo como foco mercado financeiro e companhias. Passou pela Bloomberg News e TradersClub.