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Negócios

Zuckerberg perde US$ 6 bi em poucas horas com instabilidade do Facebook

Empresário perdeu uma posição no índice Bloomberg Billionaires, ficando abaixo de Bill Gates, em um dia que começou com denúncia contra a empresa e seguiu com serviços fora do ar

Desde 13 de setembro, o empresário perdeu cerca de US$ 19 bilhões em riqueza
Por Scott Carpenter
04 de Outubro, 2021 | 05:57 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — A fortuna pessoal de Mark Zuckerberg encolheu quase US$ 6 bilhões em poucas horas, derrubando-o um degrau na lista das pessoas mais ricas do mundo, em um dia difícil para o empresário, que começou com uma denúncia contra o Facebook e se completou por interrupções que derrubaram as plataformas da companhia.

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Uma forte venda dos papéis fez com que as ações do gigante das mídias sociais despencassem cerca de 4,9% nesta segunda-feira (4), adicionando a uma queda de cerca de 15% desde meados de setembro.

A queda das ações hoje (4) fez com que o patrimônio de Zuckerberg recuasse para US$ 121,6 bilhões, deixando-o abaixo de Bill Gates, na quinta posição no índice Bloomberg Billionaires. Ele perdeu cerca de US$ 18,4 bilhões em riqueza desde 13 de setembro, quando sua posição valia quase US$ 140 bilhões, de acordo com o índice.

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Em 13 de setembro, o Wall Street Journal começou a publicar uma série de histórias com base em documentos internos, revelando que o Facebook sabia sobre uma ampla gama de problemas com seus produtos - como os danos do Instagram à saúde mental de adolescentes e desinformação sobre os distúrbios no Capitólio de 6 de janeiro - enquanto minimizava as questões em público. Os relatórios chamaram a atenção de funcionários do governo e, na segunda-feira, a denunciante se revelou.

Em resposta, o Facebook enfatizou que os problemas que seus produtos enfrentam, incluindo a polarização política, são complexos e não são causados apenas pela tecnologia.

“Acho que dá conforto às pessoas presumir que deve haver uma explicação tecnológica ou técnica para as questões de polarização política nos Estados Unidos”, disse Nick Clegg, vice-presidente de assuntos globais do Facebook, à CNN.

(Atualizado com cotação do fechamento)

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