Saúde

EUA reduzem restrição de viagens ao Brasil

Os viajantes ainda são aconselhados a evitar viagens não essenciais ao país e a certificar-se de que estão totalmente vacinados se o visitarem

Nova recomendação do CDC não altera as restrições que os brasileiros têm para entrar nos EUA
Por Julia Leite e Se Young Lee
13 de Setembro, 2021 | 04:56 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos reduziu em um degrau a restrição de viagens para o Brasil por conta da Covid-19, à medida que a pandemia diminui na maior economia da América Latina.

O Brasil agora está classificado como nível 3, ou “alto”, de acordo com atualização no site da agência nesta segunda-feira (13). Os viajantes ainda são aconselhados a evitar viagens não essenciais ao país e a certificar-se de que estão totalmente vacinados se o visitarem. O CDC vinha recomendando aos viajantes que evitassem o Brasil desde pelo menos maio, de acordo com uma análise da Bloomberg.

Outros países classificados no nível 3 incluem Canadá, Austrália, Holanda e Emirados Árabes Unidos. Argentina, Colômbia, França e Turquia estão entre as nações ainda classificadas como nível 4, de risco “muito alto” pelo CDC.

Veja mais: Estudo indica que maioria das pessoas não precisa de dose extra

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A nova recomendação do CDC não altera as restrições que os brasileiros têm para entrar nos EUA, que estão em vigor desde 2020, enquanto a pandemia se alastrava no país latino-americano. O Brasil perde apenas para os EUA em mortes por Covid-19 e ocupa o terceiro lugar globalmente na maioria dos casos.

Mas enquanto o vírus ressurge nos EUA - um retorno em grande parte atribuído à variante delta mais contagiosa - a pandemia diminuiu no Brasil. O país tem visto a contagem de casos e mortes cair consistentemente nas últimas semanas, permitindo a reabertura da economia. Embora a imunização total ainda esteja atrasada, as vacinações também aceleraram: cerca de 68% dos brasileiros receberam a primeira dose, em comparação com 63% nos EUA.

Veja mais em Bloomberg.com

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