Câmbio

Dólar: para estrategistas de Wall St, avanço da moeda em maio pode ser passageiro

Mesmo com a perspectiva de juros mais altos nos EUA, a visão consensual em Wall Street é de que um índice global do dólar cairá mais de 1% até o terceiro trimestre e 2% até o quarto, segundo dados de projeções compilados pela Bloomberg

Dólar a R$ 4,50 antes das eleições? Morgan Stanley vê real com otimismo em projeção

Banco prevê mais pressão sobre as moedas da América Latina neste ano devido à inflação persistente, ao preço do petróleo e ao risco eleitoral, embora mantenha uma visão mais favorável para Brasil e Chile

Milei reduz intervenção no câmbio após entrada de dólares reforçar cofres argentinos

Reservas atingem maior nível desde 2019 com fluxo cambial vindo de agro, petróleo e mineração, e banco central diminui posições em futuros enquanto mercado aposta em oferta forte da moeda americana

Dólar pode enfraquecer, mas não tem substituto como reserva global, diz CIO da XP

Em entrevista à Bloomberg Línea, Artur Wichmann avalia que moeda americana pode perder valor de forma gradual, sem perder status de reserva global; real se destaca entre emergentes

BC faz 1ª compra de dólar futuro em dez anos, e mercado já espera mais atuações

Atuação foi vista como mais um passo para a redução do estoque de swaps cambiais, derivativos usados para impedir movimentos excessivos da divisa

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‘Dinheiro no colchão’: argentinos resistem a apelo de Milei e mantêm US$ 170 bi em casa

Programa de Inocência Fiscal busca atrair de volta os bilhões que circulam fora do sistema financeiro, mas a desconfiança herdada da crise de 2001 segue pesando: depósitos cresceram menos de US$ 1 bilhão desde fevereiro deste ano

Nem Brasil, nem México: Paraguai teve a moeda latina mais forte contra o dólar em abril

Desempenho das moedas na América Latina foi influenciado por uma combinação de fatores internos e externos, num contexto marcado pela alta do preço do petróleo e pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio

Itaú Optimus aposta em queda dos juros e dólar em plena guerra

Em entrevista à Bloomberg News, Pablo Salgado, gestor da família de fundos Optimus, da Itaú Asset Management, diz que vê um cenário de desvalorização do dólar frente ao real, em meio à redução de posições no mercado com a guerra no Irã

Dólar perde apelo de ‘porto seguro’, e Wall Street volta a apostar na queda da moeda

Cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã leva investidores a buscar ativos de maior risco e enfraquece a moeda americana; dólar tradicionalmente é visto como um refúgio em tempos de crise

Dólar recua globalmente após trégua no Oriente Médio e reconfigura mercados globais

Movimento apaga ganhos da moeda no ano e reflete redução do prêmio de risco e de busca por refúgios seguros. Alívio nos mercados impulsiona moedas fortes e reforça apostas em cortes de juros pelo Fed

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Do peso argentino ao real: as moedas mais resilientes da América Latina com dólar forte

Guerra no Oriente Médio e alta do petróleo ampliam pressão cambial, mas colón da Costa Rica, real e peso argentino lideram ganhos

De lanterna a ‘porto seguro’? Peso argentino ganha força e intriga o mercado

Moeda da Argentina foi uma das duas de países em desenvolvimento a ganhar força em relação ao dólar em março, quando o índice de retorno total do MSCI para divisas emergentes teve sua pior queda mensal desde 2022

Dólar recupera papel de ‘porto seguro’ com guerra no Irã e riscos de inflação

Nos últimos dois dias, a moeda americana registrou a maior alta em quase um ano frente a outras divisas globais; movimento ressalta como o dólar continua sendo o principal ativo de proteção dos investidores em momentos de incerteza

JPMorgan reduz aposta em emergentes com ataque ao Irã, mas vê América Latina resiliente

O JPMorgan Chase & Co. reduziu a escala de suas recomendações de sobreponderação em moedas de mercados emergentes e títulos locais devido aos riscos apresentados pelo ataque dos EUA ao Irã.

BC caminha para reduzir estoque de contratos de câmbio para abaixo de US$ 100 bi

Enfraquecimento global do dólar e forte fluxo da divisa para o Brasil têm permitido à autoridade monetária deixar vencer parte dos contratos; estoque não fica abaixo de US$ 100 bilhões desde 2022

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