Bloomberg — O HSBC Holdings informou que a equipe de atendimento ao cliente em Hong Kong, incluindo traders e vendedores, deve estar com os clientes ou no escritório cinco dias por semana.
A mudança põe fim ao modelo adotado durante a pandemia de covid-19 para o pessoal da linha de frente na cidade.
As novas exigências, descritas em um memorando interno que detalhava a abordagem atualizada de trabalho híbrido, entram em vigor em 1º de abril.
Além disso, espera-se que os diretores-gerais e a equipe sênior com subordinados diretos compareçam ao escritório pelo menos quatro dias por semana, enquanto o comparecimento de todos os outros funcionários em Hong Kong será de pelo menos três dias por semana, dos quais um dia deve ser uma segunda-feira ou uma sexta-feira, de acordo com a disponibilidade de espaço no escritório, diz o memorando.
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“Para nossos gerentes de pessoal, vocês são fundamentais para promover boas práticas e experiências”, diz o memorando. “Pedimos a vocês que sirvam de modelo para a mudança com orientações claras.”
Um porta-voz do HSBC confirmou o conteúdo do memorando e disse que essas práticas já estão sendo adotadas por muitos funcionários.
O HSBC é o maior banco de Hong Kong e emprega mais de 20.000 funcionários no centro financeiro asiático.
No ano passado, o credor pediu a todos os diretores-gerais que trabalhassem no escritório pelo menos quatro dias por semana para “definir o tom a partir do topo”.
Seis anos após a pandemia ter alimentado um boom sem precedentes no trabalho remoto, os executivos dos bancos se tornaram mais vocais em sua insistência de que os funcionários deveriam retornar ao escritório.
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Os bancos dos EUA convocaram os funcionários de volta ao escritório em um ritmo mais rápido do que seus rivais europeus, com o JPMorgan Chase & Co. no ano passado dizendo a todos os seus funcionários para estarem presentes cinco dias por semana.
O Standard Chartered, com sede em Londres, manteve um alto grau de flexibilidade, com o CEO Bill Winters dizendo, no ano passado, que não via necessidade de forçar os banqueiros seniores a permanecerem mais tempo no escritório.
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