O plano da Espaçolaser para ir além da depilação

Também no Breakfast: A corrida global por fertilizantes por causa da guerra no Irã | Os planos da Ingredion para dobrar produção em planta no Brasil | Como uma trilha de dinheiro sujo derrubou um banco suíço

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Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A Espaçolaser quer crescer sem abrir novas lojas. Com 810 unidades no Brasil, a companhia estuda parcerias com outras marcas para entrar no universo de wellness, estética e beleza.

A movimentação foi confirmada pela CEO Magali Leite em entrevista à Bloomberg Línea e representa a principal alavanca de crescimento ainda não executada da rede de depilação a laser.

“A empresa se comprometeu a olhar parcerias estratégicas, a fazer combinação com outras marcas dentro desse espectro de saúde, estética, beleza, wellness”, disse Leite.

O movimento segue uma lógica comercial de aproveitar os espaços atuais e seus próprios consumidores atuais.

A Espaçolaser atende uma base de clientes fiel, de alto retorno e concentrada em shoppings de médio e alto padrão. Levar essa base para novos serviços, sem abrir novas lojas, é a equação que a companhia tenta resolver.

⇒ Leia a reportagem: Espaçolaser estuda parcerias em wellness para crescer além da depilação, diz CEO

No radar dos mercados

As ações globais caem nesta quinta-feira (26), após o Irã rejeitar a proposta de cessar-fogo defendida pelo governo Trump. O petróleo WTI sobe mais de 3%.

- Crise no luxo entra em uma nova fase. A Dolce & Gabbana iniciou negociações com credores após a queda da demanda global por luxo pressionar os lucros. A empresa, com cerca de € 450 milhões em dívidas, busca flexibilizar acordos enquanto trabalha com a Rothschild como assessora financeira.

- Novo patamar para o petróleo? Autoridades do governo Trump avaliam cenários extremos, incluindo o petróleo a US$ 200 o barril. A Casa Branca nega que esse nível esteja sendo considerado, enquanto mantém discurso de confiança na economia e nos mercados de energia. A alta recente do petróleo já pressiona inflação.

- Risco oculto nos mercados. O ex-CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, alerta que o o acúmulo de ativos privados não vendidos nos balanços dos investidores é um sinal de que alguns podem estar supervalorizados. Segundo ele, quanto mais tempo sem crises, maior o risco de um ajuste mais amplo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (25/03): Dow Jones Industrials (+0,66%), S&P 500 (+0,54%), Nasdaq Composite (+0,77%), Stoxx 600 (+1,42%), Ibovespa (+1,6%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

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Destaques da Bloomberg Línea:

Guerra provoca corrida global por fertilizantes e expõe riscos de segurança alimentar

SpaceX mira até US$ 75 bilhões em IPO que pode bater recorde histórico, dizem fontes

Oncoclínicas: Fundo americano e credores ganham tempo antes de definição sobre sociedade

• Também é importante: Ingredion quer dobrar produção em planta no Brasil com milho como alternativa ao açúcar| Setor de vinhos se mobiliza contra discurso de que qualquer consumo de álcool é nocivo

• Opinião Bloomberg: Crise do petróleo e filas em postos viraram a melhor propaganda para carros elétricos

• Para não ficar de fora: Como uma trilha de dinheiro sujo da Venezuela ao Irã derrubou um banco suíço

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)