O avanço de empresas familiares

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Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Apesar do estigma de falta de profissionalização e governança que ainda permeia grupos familiares, essas empresas devem continuar a crescer globalmente, a tal ponto que suas receitas devem praticamente dobrar na década até 2030, com avanço em ritmo superior ao das que não se enquadram assim.

A projeção faz parte do estudo inaugural da série “Defining the Family Business”, da consultoria global Deloitte, cujas conclusões são publicadas no Brasil em primeira mão pela Bloomberg Línea.

O relatório, que faz parte de uma série mais ampla denominada “Family Business Insights” da Deloitte, abrangeu entrevistas com 1.587 empresas familiares no mundo, das quais 101 no Brasil, entre março e junho de 2025, com perspectivas de empresas com receita anual média de US$ 2,8 bilhões.

“O crescimento [de empresas familiares] vem de uma série de fatores, mas principalmente de um entendimento maior sobre mercado, produtos e serviços”, disse o sócio-líder do Deloitte Private Program e do programa Empresas com Melhor Gestão, Paulo de Tarso, em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Empresas familiares se fortalecem e crescem acima de demais grupos, aponta Deloitte

No radar dos mercados

Ações de empresas de tecnologia impulsionaram a maioria dos índices globais na abertura dos mercados nesta quarta-feira (28), antes da decisão sobre os juros nos Estados Unidos - no Brasil, é dia também de anúncio do Copom.

- BlackRock investe no Azzas 2154. A maior gestora do mundo chegou a uma posição de 5,01% do total de ações ordinárias da holding de marcas de moda, em movimento realizado “em nome de determinados clientes”, segundo comunicado ao mercado. Não há objetivo de alteração de controle, segundo a BlackRock.

- ASML bate recorde. Os pedidos da única produtora de máquinas de litografia de ponta, necessárias para a fabricação de semicondutores avançados, superaram as expectativas de analistas no quarto trimestre. Os pedidos chegaram um recorde de 13,2 bilhões de euros.

- SoftBank amplia foco em IA. O grupo japonês está em discussões para investir até US$ 30 bilhões a mais na OpenAI, um aumento acentuado no compromisso que reflete as ambições do fundador Masayoshi Son de desempenhar um papel central no desenvolvimento da inteligência artificial.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na terça-feira (27/01): Dow Jones Industrials (-0,83%), S&P 500 (+0,41%), Nasdaq Composite (+0,91%), Stoxx 600 (+0,58%), Ibovespa (+1,79%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

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Destaques da Bloomberg Línea:

Como o PicPay passou de fintech com prejuízo bilionário a raro IPO do Brasil em NY

Marcelo Marangon, CEO do Citi no Brasil, será novo co-head global de corporate

Stuhlberger vê queda adicional do dólar com Trump e estima preço justo em R$ 4,40

• Também é importante: UBS vê espaço para novos recordes no Ibovespa e aponta ‘bom ponto de entrada’ | Superar medo da IA passa por qualificação e habilidades humanas, diz líder da Coursera

• Opinião Bloomberg: Anthropic alcança seu ‘momento ChatGPT’ com IA que executa tarefas no computador

• Para não ficar de fora: Embraer fecha parceria com Adani para produção inédita de aeronaves na Índia

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