It’s showtime: os milhões da School of Rock

Também no Breakfast: Itaú se aproxima dos R$ 500 bilhões e CEO vê geração de valor sustentável | Felipe Guerra, da Legacy, espera piora no cenário local | A aposta do Mercado Livre em novos ídolos do esporte, de João Fonseca a Bortoleto

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Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Aos 10 anos de idade, Daniel Papariello já tocou guitarra em tantos shows de rock e com tanta desenvoltura, que seu pai, Bruno Papariello, certa vez ouviu que ele era “a alma da banda”.

Essa experiência com o rock ‘n roll que Daniel alcançou tão cedo é parte da formação oferecida pela School of Rock, uma escola de música inspirada no sucesso de Hollywood estrelado por Jack Black que se espalhou pelo mundo.

A operação dedicada a Brasil, Portugal e Espanha faturou mais R$ 100 milhões no ano passado, com cerca de 10.000 alunos.

O modelo nasceu nos Estados Unidos e se popularizou em diferentes países a partir da metodologia de colocar alunos no palco desde cedo, o que aumenta o engajamento e a recorrência dos alunos, que incluem até executivos.

“O foco é o show”, disse Paulo Sérgio Portela Santos, CEO da School of Rock Brasil, Portugal e Espanha em entrevista à Bloomberg Línea. “A School existe para dar shows e experiências de palco para os seus alunos.”

⇒ Leia a reportagem: Hora do show: como a escola do rock se tornou um negócio de R$ 100 milhões

No radar dos mercados

As ações dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (6), após temores sobre o impacto da inteligência artificial e os custos elevados associados à tecnologia terem levado a uma onda de sell-off nos mercados nos últimos dias.

- Mudanças no comando da Toyota. A montadora japonesa nomeou o CFO Kenta Kon como novo CEO a partir de 1º de abril. Koji Sato, que estava no comando, passa a ocupar os cargos de vice-presidente e diretor industrial, em meio à pressão de tarifas dos EUA e maior concorrência chinesa.

- Plano de US$ 200 bi da Amazon. Os papéis da empresa caíram 9% após o anúncio de planos para investir US$ 200 bilhões em 2026 com foco em infraestrutura de IA. Além da perspectiva, o guidance para o lucro operacional ficou abaixo das estimativas. No acumulado do ano, os papéis recuaram 3,5%.

- Dívida emergente segue atrativa. Para a gestora francesa Carmignac, os investidores deveriam pensar duas vezes antes de vender títulos da dívida de mercados emergentes. Segundo a Carmignac, países como Brasil, Colômbia e Turquia ainda oferecem retornos atrativos.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (05/02): Dow Jones Industrials (+1,2%), S&P 500 (-1,23%), Nasdaq Composite (-1,59%), Stoxx 600 (-1,05%), Ibovespa (+0,23%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

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Destaques da Bloomberg Línea:

B3 vê retomada de ofertas de ações e espaço para destravar valor com negócio de dados

Legacy espera piora no cenário local e está quase ‘zerada’ na bolsa, diz Felipe Guerra

Itaú retorna 23% ao ano ao acionista em cinco anos. E é sustentável, diz CEO

• Também é importante: De João Fonseca a Bortoleto: a aposta do Mercado Livre em novos ídolos do esporte| ‘Espiral da morte’: investidor que previu crise de 2008 alerta para queda do bitcoin

• Opinião Bloomberg: Moltbook: rede social de robôs tem incitação a crimes e expõe manejo imprudente da IA

• Para não ficar de fora: Homem mais rico da Colômbia mira a Venezuela para ampliar fortuna de US$ 35 bilhões

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