Ibovespa sobe 0,68% na contramão das bolsas internacionais

Maioria das ações globais recuaram com a queda das empresas de tecnologia e o nervosismo em relação à guerra no Oriente Médio. No Brasil, a Raízen (RAIZ4) teve um dos papéis mais negociados, com alta de 4,55%.

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Bloomberg Línea — O Ibovespa (IBOV) inverteu a tendência das últimas semanas e fechou em alta nesta terça-feira (9), na contramão das bolsas internacionais, que tiveram um dia de tensão e recuos.

O principal índice da B3 fechou em alta de 0,68%, aos 169.813 pontos.

Já o dólar comercial ficou praticamente estável. A moeda americana teve queda de 0,04% e encerrou cotada a R$ 5,177.

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Entre os ativos no Brasil, as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) recuaram 0,12%, e a Raízen (RAIZ4) teve um dos papéis mais negociados do dia, com alta de 4,55%.

No exterior, a maioria das ações recuaram com a queda das empresas de tecnologia e o nervosismo em relação à guerra no Oriente Médio.

As fabricantes de chips, que haviam impulsionado a recuperação das baixas provocadas pela guerra, oscilaram violentamente e afundaram 4%. O Nasdaq 100 perdeu 2%.

Embora a maioria das ações do S&P 500 tenha subido, a fraqueza no setor de tecnologia fez com que o índice caísse.

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O petróleo reduziu sua queda quando o presidente Donald Trump disse que os EUA devem responder ao ataque do Irã a um helicóptero americano, diminuindo as esperanças de uma solução rápida para o conflito.

A volatilidade renovada nos gigantes dos semicondutores ocorre após um aumento que colocou o grupo no caminho certo para seu melhor ano desde 1999. Embora a perspectiva de longo prazo do setor continue ligada a uma enxurrada de gastos com inteligência artificial, os investidores estão cada vez mais questionando se as avaliações podem acompanhar o ritmo após um dos avanços mais poderosos do mercado.

Com informações da Bloomberg News