Gazit Brasil amplia atuação no país

Também no Breakfast: Pedro Franceschi explica racional de venda da Brex: ‘miramos algo muito maior’ | Governo Trump sofre risco de paralisação após nova morte de americano por agentes | O avanço da comida asiática que nasceu de uma dark kitchen em SP

Bom dia! Este é o Breakfast, o seu primeiro gole de notícias
26 de Janeiro, 2026 | 06:54 AM

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A Gazit Brasil, gestora e desenvolvedora de shopping centers do grupo israelense G-City, passou a responder pela comercialização das lojas do Shopping TriMais Places, localizado na zona norte de São Paulo.

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O movimento marca uma expansão no modelo de negócios da companhia, que tradicionalmente atua como proprietária e administradora de ativos próprios.

“Ao assumir a comercialização do TriMais Places, estamos ampliando nosso papel para incluir também a atuação como plataforma de inteligência comercial e de relacionamento com marcas, mesmo quando não somos proprietários do ativo”, disse Mia Stark, CEO da Gazit Brasil, em entrevista à Bloomberg Línea.

A executiva destacou que a iniciativa permite capturar valor a partir de competências já desenvolvidas pela companhia, como curadoria de mix, relacionamento com varejistas e reposicionamento de ativos, além do ganho em negociações.

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A Gazit Brasil chegou ao país em 2008 e desembolsou cerca de R$ 2 bilhões em aquisições de shopping no estado de São Paulo. O portfólio atual inclui Morumbi Town, Shopping Light, Top Center e Mais Shopping, na cidade de São Paulo, o Internacional Shopping de Guarulhos e o Prado Boulevard, em Campinas.

⇒ Leia a reportagem: Gazit Brasil amplia atuação para gestão comercial de shoppings de terceiros, diz CEO

Uma das joias da coroa do portfólio da Gazit Brasil: o Shopping Light preserva a elegância do edifício histórico da antiga sede da Light enquanto oferece mix sofisticado de marcas e gastronomia no centro de São Paulo.

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA oscilaram na manhã de segunda-feira (26), enquanto a cotação global do dólar caiu pelo terceiro dia, perdendo terreno em relação a todos os principais pares e atingindo o menor valor desde setembro.

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- Recuo do SoftBank em data center. Grupo japonês interrompeu as negociações sobre a aquisição de US$ 50 bilhões da operadora de data center norte-americana Switch, um revés para a ambição do fundador Masayoshi Son de implantar a infraestrutura de IA Stargate.

- Morgan Stanley avança na Ásia. Banco pretende expandir sua presença no continente em uma aposta em uma perspectiva de negócios mais favorável e em oportunidades crescentes em economias desregulamentadas, de acordo com Gokul Laroia, diretor executivo da empresa para a região.

- VW desiste de fábrica nos EUA. A Volkswagen pretende desistir de construir uma fábrica planejada da Audi nos EUA, a menos que as tarifas automotivas que custaram US$ 2,5 bilhões à empresa nos primeiros nove meses de 2025 sejam reduzidas, disse o CEO Oliver Blume ao jornal alemão Handelsblatt.

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→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Mercados nesta segunda-feira (26)
🔘 As bolsas na sexta-feira (23/01): Dow Jones Industrials (-0,58%), S&P 500 (+0,03%), Nasdaq Composite (+0,28%), Stoxx 600 (-0,09%), Ibovespa (+1,86%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Preferimos mirar a realidade, diz Pedro Franceschi sobre venda bilionária da Brex

Democratas ameaçam paralisar governo após nova morte por agentes de imigração de Trump

Um conto chinês: as duas histórias de crescimento que moldam as bolsas do país asiático

• Também é importante: Trump ameaça impor tarifas de 100% ao Canadá se fechar acordo com a China | Do delivery ao salão: Fat Buddha projeta R$ 20 milhões com mix de comidas asiáticas

• Opinião Bloomberg: Recuo de Trump sobre Groenlândia mostra que humilhação tem limite. Cabe à Europa agir

• Para não ficar de fora: Por que o vinho francês é caro no Brasil. E como uma importadora tenta mudar isso

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Equipe Breakfast: Marcelo Sakate (Editor-chefe, Brasil), Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)