A equação do café para a WeWork

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Bom dia! Este é o Breakfast, o seu primeiro gole de notícias
09 de Fevereiro, 2026 | 07:18 AM

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Com 70 edifícios sob gestão na América Latina, dos quais 28 somente no Brasil, em um momento em que cresce a concorrência por escritórios de alto padrão, a WeWork tem priorizado cada vez mais a estratégia de retenção de clientes. E isso passa por “detalhes” que vão até a qualidade do café servido.

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“Poderíamos negociar um volume expressivo de café para a região, mas dessa forma não atenderíamos às preferências locais”, afirmou o presidente da WeWork para a América Latina, Claudio Hidalgo, em entrevista à Bloomberg Línea.

“Com a nossa escala, tiramos vantagem de tudo o que não está relacionado à experiência do usuário. O café é muito importante e deixamos essa escolha ser feita localmente.”

A Area Director da WeWork Brasil, Estefania Barbosa, explicou que o café coado é adotado no país por ser uma preferência dos membros locais, diferentemente do México, por exemplo, em que o preferido é o espresso.

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Em outra iniciativa, a Oakberry e a Starbucks - de novo o café na proposta de valor - instalaram operação de venda em um dos endereços da WeWork na avenida Paulista, em São Paulo - e isso será levado para outras unidades.

⇒ Leia a reportagem: De café coado a Starbucks: a equação da WeWork para atender clientes no Brasil

Signage is seen at the entrance of the WeWork Cos Inc. 85 Broad Street offices in the Manhattan borough of New York, U.S., on Wednesday, May 22, 2019. WeWork has become the biggest private office tenant in London, Manhattan and Washington on its way to 425 office locations in 36 countries overall.

No radar dos mercados

Ações globais oscilam sem direção única nesta segunda-feira (9), após reguladores chineses pedirem aos bancos que reduzam suas posições em títulos do governo dos EUA.

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- BTG Pactual tem desempenho recorde.O banco reportou lucro líquido de R$ 16,7 bilhões no acumulado de 2025, crescimento de 35% em relação ao período anterior. O ROAE ajustado alcançou 26,9% com impulso das áreas de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth/Asset Management.

- DSM-Firmenich vende divisão.O grupo holandês concordou em vender seu negócio de nutrição e saúde animal para a CVC Capital Partners por um enterprise value de cerca de € 2,2 bilhões. A dona da Tortuga no Brasil informou que manterá 20% de participação nos negócios mesmo após a transação.

- Expansão de data centers na Austrália.A startup Firmus obteve um empréstimo de US$ 10 bilhões de um grupo que inclui fundos liderados pela Blackstone, em uma das maiores operações privadas de crédito da Austrália, para acelerar a expansão de seus data centers. A companhia busca aumentar a capacidade instalada até 2028.

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→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Ações globais 09/02/26
🔘 As bolsas na sexta-feira (06/02): Dow Jones Industrials (+2,47%), S&P 500 (+1,97%), Nasdaq Composite (+2,18%), Stoxx 600 (+0,89%), Ibovespa (+0,45%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

BYD perde US$ 60 bi em valor de mercado e aponta desafios crescentes do setor na China

JBS investe US$ 150 mi na produção de carnes em Omã e amplia atuação no Oriente Médio

Super Bowl: autoridade que construímos na NFL é ativo valioso, diz head na Disney

• Também é importante: Segunda casa: como o Rubaiyat se tornou uma rede sem abrir mão da hospitalidade | Do Super Bowl a cereais: como a Ferrero quer dominar o café da manhã nos EUA

• Opinião Bloomberg: Escolha do novo CEO da Disney foi bem-recebida, mas é cercada de desafios

• Para não ficar de fora: Cuba começa a fechar resorts diante de falta de combustível da Venezuela

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