Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Em um ano desafiador para a indústria de cervejas, a Ambev avalia que não só conseguiu ganhar eficiência em diferentes frentes de sua operação como colheu frutos de uma estratégia adotada há mais tempo de investir nos segmentos que mais crescem, em particular na categoria de cervejas.
Foram resultados que refletiram a priorização da chamada ambidestria, de fortalecimento de pilares operacionais ao mesmo tempo em que a companhia continuou a investir em inovação de olho no crescimento. E que sustentam uma perspectiva considerada favorável pelo management.
“O ano de 2025 foi chamado internamente na Ambev de um teste de estresse, com um impacto sobre a indústria e uma retração em volume não vista em uma série longa de dez a doze anos, sob efeito muito forte do clima”, disse Guilherme Fleury. CFO (Chief Financial Officer) da Ambev, em entrevista à Bloomberg Línea.
Houve queda de 4,5% no volume de cervejas no Brasil, com queda de um dígito alto nas bebidas do segmento core, como Skol e Brahma, em parte compensada pela expansão de 17% em marcas premium, como Corona, Original, Spaten e Stella Artois, e de 30% no zero álcool, com Corona Cero e Budweizer Zero.
⇒ Leia a reportagem: Ambev supera ‘teste de estresse’ e reforça estratégia de expandir categorias, diz CFO

No radar dos mercados
As ações globais ensaiam uma recuperação nesta terça-feira (24), após uma onda de vendas generalizadas desencadeada por temores sobre o impacto da inteligência artificial em diversos setores do mercado.ㅤ
- Disputa pela Warner. A Paramount Skydance elevou a oferta pela Warner Bros, em desafio ao acordo já fechado com a Netflix, segundo fontes que falaram à Bloomberg News. A Warner, por sua vez, reabriu as negociações por uma semana e, se considerar a nova proposta superior, dará à Netflix quatro dias para cobrir a oferta.ㅤ
- Tarifas sob escrutínio da UE. A União Europeia concluiu, em avaliação, que a nova tarifa global de 15% anunciada por Donald Trump, somada às taxas já em vigor, pode elevar os impostos sobre exportações do bloco acima do limite previsto no acordo bilateral firmado entre os EUA e a UE.
- Pequim na mira da Shein. A gigante do fast fashion vai investir US$ 1,45 bilhão em sua cadeia de suprimentos na China para reforçar laços com Pequim em busca de destravar uma oferta pública inicial (IPO) em Hong Kong. A Shein enfrenta queda nas vendas nos EUA e crescente pressão regulatória no Ocidente.ㅤ
→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (23/02): Dow Jones Industrials (-1,66%), S&P 500 (-1,04%), Nasdaq Composite (-1,13%), Stoxx 600 (-0,45%), Ibovespa (-0,88%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Azul sai fortalecida da reestruturação, segundo o CEO. ‘Temos custo um terço menor’
• BRB busca saídas para recompor capital antes do fim de março, diz fonte
• Bancos contratam FTI como assessor financeiro para a dívida da Raízen, dizem fontes
• Também é importante: Do Chapter 11 à retomada: Latam ganha escala, reduz dívida e supera rivais na bolsa | Fluxo estrangeiro impulsiona ações latino-americanas à máxima em 11 anos
• Opinião Bloomberg: O dilema de Warsh no Fed: cortar juros sem ignorar os sinais da inflação
• Para não ficar de fora: Novo hype? Groenlândia cresce no turismo após tensão com Trump. Mas há entraves
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