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Conheça o ródio, o metal mais caro do mundo, que vale 17 vezes mais que o ouro

Embora o metal esteja bem longe do pico de março, o ródio ainda respondeu por 45% das receitas da Anglo American Platinum no primeiro semestre

Com a valorização do ródio, o metal precioso mais caro do mundo, a commodity agora é a fonte de receita nº 1 das maiores mineradoras de platina.
Por Felix Njini
03 de Setembro, 2021 | 02:28 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — Com a valorização do ródio, o metal precioso mais caro do mundo, a commodity agora é a fonte de receita nº 1 das maiores mineradoras de platina.

Embora o metal esteja bem longe do pico de março, o ródio ainda respondeu por 45% das receitas da Anglo American Platinum no primeiro semestre. A proporção supera o peso combinado da platina e do paládio. Para a controladora Anglo American, o metal branco prateado gerou mais receita do que os diamantes extraídos pela unidade De Beers ou o cobre extraído no Chile e no Peru.

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A escassez de ródio - um subproduto da mineração de platina e do paládio - e sua capacidade incomparável de reduzir o óxido de nitrogênio liberado do escapamento dos carros elevaram os preços diante de leis mais rígidas contra a poluição, o que aumentou a demanda. Em março, o metal atingiu recorde de US$ 29.800 a onça, o que o tornou 17 vezes mais valioso do que o ouro. Originalmente usado para decoração ou como revestimento resistente à corrosão, o ródio também se tornou o maior produto de exportação da África do Sul, que responde por mais de 80% da oferta global.

“Os preços do ródio recuaram um pouco, mas continuam a contribuir significativamente para as receitas, especialmente para as minas ricas em ródio”, disse Mandi Dungwa, analista de mineração da Kagiso Asset Management, na Cidade do Cabo.

Como o ródio acumula queda superior a 40% em relação à máxima, essa contribuição pode não se repetir. O diretor-presidente da Impala Platinum, Nico Muller, espera que o aperto do mercado mantenha o metal acima de US$ 15.000 a onça no próximo ano, mas Neal Froneman, CEO da Sibanye Stillwater, vê os preços em um “nível mais sustentável”, de cerca de US$ 10.000 nos próximos dois anos.

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