Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Depois de alcançar a marca de R$ 1 trilhão sob gestão em 2025, a Bradesco Asset Management tem um novo objetivo a partir deste ano: conquistar o público de alta renda que busca personalização. O ganho de escala, por sua vez, será amparado por novos investimentos em tecnologia e inteligência artificial.
O alvo é o segmento batizado como Principal no segundo maior banco privado do país, liderado pelo CEO Marcelo Noronha: é a categoria localizada entre o Prime e o Private Banking e que atende clientes com renda mensal acima de R$ 25.000 ou investimentos entre R$ 300 mil e R$ 10 milhões.
Com projeção de chegar a 1 milhão de clientes até o final de 2026 – ante os atuais 3 milhões de clientes da asset –, o Principal é considerado o segmento ideal para a gestora crescer entre esse perfil de clientes.
“O segmentol é formado por clientes de alta renda que buscam produtos sofisticados. Queremos oferecer uma solução personalizada e orientada ao cliente, só que com escala”, afirmou Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset, à Bloomberg Línea.
⇒ Leia a reportagem: Bradesco Asset mira crescer na alta renda. E chegar a 1 milhão de clientes do Principal
No radar dos mercados
As ações europeias e os futuros dos EUA operam em queda nesta segunda-feira (19), depois que o presidente Donald Trump ameaçou impor tarifas a países que se opõem a seus planos de controlar a Groenlândia.
- Groenlândia na mira de Trump. A ameaça do presidente dos EUA de anexar o território foi considerada um “limite” pela Alemanha, que defende acionar mecanismos da União Europeia contra a coerção econômica, segundo o ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil. “Os limites já foram atingidos”, disse o porta-voz.
- Sinais de desaceleração na China. A economia do país bateu a meta de crescimento de 5% em 2025, mas perdeu fôlego ao longo do ano, com expansão de apenas 4,5% no último trimestre. Para 2026, o cenário segue desequilibrado: Pequim tende a evitar um grande estímulo, apesar de desafios como deflação persistente e crise imobiliária.
- Apple avança na China. A big tech retomou a liderança na China após as vendas de iPhone crescerem 28% no trimestre encerrado em dezembro, impulsionadas pela maior procura pelo iPhone 17, apesar da escassez global de chips de memória, segundo dados da Counterpoint Research.
→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje
🔘 As bolsas na sexta-feira (16/01): Dow Jones Industrials (-0,17%), S&P 500 (-0,08%), Nasdaq Composite (-0,06%), Stoxx 600 (-0,03%), Ibovespa (-0,46%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Mercosul e União Europeia assinam acordo comercial após 25 anos de negociações
• Trump anuncia tarifas sobre países europeus contrários a seu plano para a Groenlândia
• Irmãos Batista buscam lucrar com retomada do petróleo na Venezuela, dizem fontes
• Também é importante: Vinhos no Brasil precisam de compensação com acordo Mercosul-UE, diz líder de mercado| Kings League: potencial para licenciar em países da América Latina é imenso, diz Piqué
• Opinião Bloomberg: Spa da Louis Vuitton? Marcas de luxo expandem leque em guinada para wellness
• Para não ficar de fora: Do pasto ao prato: o rigor de Sylvio Lazzarini com a qualidade da cadeia no Varanda
⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.