Bloomberg Línea — O dólar (USDBRL) recua na manhã desta terça-feira (27), em uma sessão de leves ganhos nas bolsas globais, com investidores à espera de dados econômicos nos Estados Unidos.
Por aqui, os juros futuros recuam após os dados do IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, terem vindo abaixo do esperado. Em fevereiro, o indicador acelerou para 0,78%, de 0,31% em janeiro, influenciado pelo setor de educação.
No ano, o índice acumula alta de 1,09% e nos últimos 12 meses, de 4,49%, acima dos 4,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2023, o IPCA-15 foi de 0,76%.
Economistas consultados pela Bloomberg estimavam alta de 0,83% na comparação mensal e de 4,53% no acumulado em 12 meses.
Por volta das 9h40 (horário de Brasília), a moeda americana era cotada a R$ 4,97, com queda de 0,2%. No pregão anterior, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 4,98, com queda de 0,27%. O valor máximo chegou a R$ 5,00, e o mínimo foi de R$ 4,97.
O real tem queda de 2,43% em relação ao dólar no acumulado do ano. O valor máximo foi registrado no dia 8 de fevereiro, quando a cotação do dólar atingiu R$ 5,00. Já a mínima foi de R$ 4,85 no dia 12 de janeiro. A cotação média no período foi de R$ 4,94.
Neste ano, a moeda brasileira ocupa a posição número 11 em uma cesta das 23 moedas de mercados emergentes com maior valorização.
As moedas latino-americanas tiveram o seguinte desempenho até o momento no ano:
- O peso colombiano (COP) se desvaloriza em 2,17%;
- O sol peruano (PEN) se desvaloriza em 2,50%;
- O peso mexicano (MXN) se desvaloriza em 0,77%;
- O peso chileno (CLP) se desvaloriza em 12,16%;
- O peso argentino (ARS) se desvaloriza em 3,99%;
Já o Ibovespa (IBOV) subiu 0,15% no fechamento de ontem (26), aos 129.418,73 pontos.
As ações do índice com melhor desempenho na sessão anterior foram:
E as de pior desempenho foram:
-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.
Leia também:
Bitcoin supera os US$ 57 mil pela primeira vez desde 2021 com demanda por ETFs
De grupo familiar a dinastia: o desafio de grandes empresários na América Latina