A equação do café para a WeWork

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Com 70 edifícios sob gestão na América Latina, dos quais 28 somente no Brasil, em um momento em que cresce a concorrência por escritórios de alto padrão, a WeWork tem priorizado cada vez mais a estratégia de retenção de clientes. E isso passa por “detalhes” que vão até a qualidade do café servido.

“Poderíamos negociar um volume expressivo de café para a região, mas dessa forma não atenderíamos às preferências locais”, afirmou o presidente da WeWork para a América Latina, Claudio Hidalgo, em entrevista à Bloomberg Línea.

“Com a nossa escala, tiramos vantagem de tudo o que não está relacionado à experiência do usuário. O café é muito importante e deixamos essa escolha ser feita localmente.”

A Area Director da WeWork Brasil, Estefania Barbosa, explicou que o café coado é adotado no país por ser uma preferência dos membros locais, diferentemente do México, por exemplo, em que o preferido é o espresso.

Em outra iniciativa, a Oakberry e a Starbucks - de novo o café na proposta de valor - instalaram operação de venda em um dos endereços da WeWork na avenida Paulista, em São Paulo - e isso será levado para outras unidades.

⇒ Leia a reportagem: De café coado a Starbucks: a equação da WeWork para atender clientes no Brasil

No radar dos mercados

Ações globais oscilam sem direção única nesta segunda-feira (9), após reguladores chineses pedirem aos bancos que reduzam suas posições em títulos do governo dos EUA.

- BTG Pactual tem desempenho recorde.O banco reportou lucro líquido de R$ 16,7 bilhões no acumulado de 2025, crescimento de 35% em relação ao período anterior. O ROAE ajustado alcançou 26,9% com impulso das áreas de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth/Asset Management.

- DSM-Firmenich vende divisão.O grupo holandês concordou em vender seu negócio de nutrição e saúde animal para a CVC Capital Partners por um enterprise value de cerca de € 2,2 bilhões. A dona da Tortuga no Brasil informou que manterá 20% de participação nos negócios mesmo após a transação.

- Expansão de data centers na Austrália.A startup Firmus obteve um empréstimo de US$ 10 bilhões de um grupo que inclui fundos liderados pela Blackstone, em uma das maiores operações privadas de crédito da Austrália, para acelerar a expansão de seus data centers. A companhia busca aumentar a capacidade instalada até 2028.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (06/02): Dow Jones Industrials (+2,47%), S&P 500 (+1,97%), Nasdaq Composite (+2,18%), Stoxx 600 (+0,89%), Ibovespa (+0,45%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

BYD perde US$ 60 bi em valor de mercado e aponta desafios crescentes do setor na China

JBS investe US$ 150 mi na produção de carnes em Omã e amplia atuação no Oriente Médio

Super Bowl: autoridade que construímos na NFL é ativo valioso, diz head na Disney

• Também é importante: Segunda casa: como o Rubaiyat se tornou uma rede sem abrir mão da hospitalidade | Do Super Bowl a cereais: como a Ferrero quer dominar o café da manhã nos EUA

• Opinião Bloomberg: Escolha do novo CEO da Disney foi bem-recebida, mas é cercada de desafios

• Para não ficar de fora: Cuba começa a fechar resorts diante de falta de combustível da Venezuela

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