Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Quando o jovem tenista João Fonseca ganhou ao lado do veterano Marcelo Melo no Rio Open o seu primeiro título de duplas em fevereiro, a primeira pessoa que encontrou ao se dirigir ao seu grupo próximo foi Guilherme Benchimol, o fundador e chairman da XP.
A cena, aparentemente casual, resume um movimento crescente no mercado financeiro brasileiro.
Grandes instituições têm ido além dos patrocínios tradicionais a torneios e clubes e passaram a investir em atletas e eventos como ferramentas estratégicas de acesso a clientes alta renda - muitos do quais hoje são praticantes amadores, além de fãs.
A tendência acompanha uma mudança de hábitos no país que prioriza um estilo de vida mais saudável, o que tem levado a um crescimento na prática por esportes.
Entre esses praticantes, está um perfil de cliente com quem a Av. Faria Lima têm muito interesse em dialogar - e ampliar as relações.
“O esporte virou uma plataforma muito eficiente de relacionamento, porque cria comunidade, pertencimento e experiências que são difíceis de replicar em outros ambientes”, afirma Ivan Martinho, professor de Marketing Esportivo na ESPM.
⇒ Leia a reportagem: Do ciclismo ao tênis: bancos ampliam a presença nos esportes na briga pela alta renda
No radar dos mercados
As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (2), enquanto o petróleo volta a disparar, após o presidente dos EUA, Donald Trump, frustrar as expectativas de uma resolução rápida para a guerra no Oriente Médio.
- Guerra no Oriente Médio. Enquanto o presidente dos EUA prepara o terreno para uma saída da guerra contra o Irã, ele também ameaçou o país, em discurso na noite de quarta-feira (1), com novos ataques à infraestrutura caso não haja acordo. Teerã nega ter pedido cessar-fogo e mantém incertezas sobre as negociações.
- Incertezas com Labubu. As ações da Pop Mart recuaram mais de 30% nos últimos cinco dias, diante das dúvidas de investidores sobre a dependência da empresa em relação ao sucesso do personagem. Analistas apontam risco de um ciclo prolongado de baixa, com pressão sobre margens e revisões negativas de lucros.
- Ouro sob pressão. O metal precioso chegou a cair mais de 4% nesta manhã após o discurso de Trump na véspera trazer pouca clareza sobre o fim da guerra com o Irã e sinalizar possível escalada militar. A aversão ao risco persistiu, com alta do dólar e do petróleo diante das incertezas em torno do Estreito de Ormuz.
→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje
🔘 As bolsas ontem (01/04): Dow Jones Industrials (+0,48%), S&P 500 (+0,72%), Nasdaq Composite (+1,16%), Stoxx 600 (+2,50%), Ibovespa (+0,26%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Raízen propõe converter dívida em ações, e credores assumiriam fatia, dizem fontes
• Kora Saúde, controlada pela HIG, avalia pedir recuperação extrajudicial, dizem fontes
• Braskem avalia proteção judicial contra credores após piora financeira, dizem fontes
• Também é importante: Cade abre investigação contra 99Food por supostas práticas abusivas de concorrência| De garagem a império de US$ 4 trilhões em tecnologia: a trajetória da Apple em 50 anos
• Opinião Bloomberg: Troca de guarda no espaço: gigantes da história são ultrapassadas por Musk e Bezos
• Para não ficar de fora: Adeus, injeções? Pílula para perda de peso da Eli Lilly obtém aprovação nos EUA
⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.
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