Em 2025, Taylor Swift reafirmou seu reinado como a maior estrela pop e potência comercial global.
Ela foi a artista com maiores vendas do ano, segundo informou a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
É a sexta vez que Swift alcança esse marco e o quarto ano consecutivo em primeiro lugar no ranking global.
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“Swift ganhou o prêmio tantas vezes quanto todos os outros artistas combinados nos últimos dez anos”, disse a IFPI em um comunicado.
O órgão elabora essas classificações com base no ano civil, considerando streaming, downloads, formatos físicos e o desempenho completo do catálogo de cada artista.
A cantora superou o grupo de k-pop Stray Kids, bem como Drake, The Weeknd e Bad Bunny, que completaram os primeiros lugares da Global Artist Chart 2025.
“Foi mais um ano histórico (para Swift), impulsionado por uma participação excepcional em nível mundial em plataformas de streaming e em formatos físicos e digitais com o lançamento de seu décimo segundo álbum, ‘The Life of a Showgirl”, e o documentário de sua turnê, ‘The End of an Era’”, destacou a Federação.
O desempenho da Swift também foi atribuído à “sua consistência criativa” e às “estratégias globais de longo prazo que apoiam seus lançamentos”.
Solidez criativa que impulsiona as vendas
A artista acostumou seu séquito de fãs e a mídia a acompanhar de perto as pistas que cercam cada um de seus lançamentos, orquestrados de forma cirúrgica com dicas que antecipam seu próximo passo e conectam cada um de seus projetos.
Quando lançou “The life of a showgirl” em outubro, o novo álbum chegou com várias edições colecionáveis disponíveis em CD e discos de vinil, um formato que ganha adeptos em um momento em que o analógico seduz uma geração imersa no digital.
O álbum estreou em primeiro lugar na parada de álbuns da Billboard, e suas 12 músicas entraram no ranking de singles Hot 100. A empresa de dados Luminate estimou que o álbum vendeu 4,002 milhões de “unidades equivalentes”, o maior número registrado em uma primeira semana desde que a coleta eletrônica de dados começou em 1991, de acordo com a NPR.
Em formato físico, a produção vendeu 1,3 milhões de cópias em vinil apenas nos Estados Unidos durante sua primeira semana, em um mercado onde esse formato continua em alta. Além disso, o relatório anual 2025 da Luminate classificou a produção como o álbum em vinil mais vendido do ano, com um total de 1,6 milhões de unidades.
O álbum de Sabrina Carpenter, “Short N’ Sweet”, o segundo mais vendido, acumulou apenas 262.000 cópias.
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A IFPI publicará os resultados detalhados de suas listas esta semana. Os números são determinados por uma “metodologia rigorosa” que leva em consideração as vendas físicas de álbuns, downloads e streaming, tanto em plataformas gratuitas quanto pagas, e considera a economia relativa de cada formato em cada região do mundo.