Investidores de alta renda no Brasil apostam em alta de criptoativos no fim de 2023, mostra pesquisa da Binance

88% esperam um fim de ano positivo no desempenho das criptomoedas em linha com o desempenho do Bitcoin e outras moedas nas últimas semanas

BRANDED CONTENT - Investidores de alta renda no Brasil apostam em alta de criptoativos no fim de 2023, mostra pesquisa da Binance
Tempo de leitura: 2 minutos

O Bitcoin, a criptomoeda mais negociada do mundo, teve uma alta superior a 28% em outubro, segundo melhor desempenho mensal em dois anos. O Ethereum, segunda maior moeda em capitalização de mercado, subiu 8,7% no mês. O desempenho das duas criptomoedas mais populares do mundo neste início de trimestre vem em linha com pesquisa da Binance, maior exchange em volume de negócios, que mostra que 88% dos investidores de alta renda no Brasil esperam desempenho estável ou positivo no quarto trimestre de 2023.

Somente em outubro, a capitalização do mercado de criptomoedas subiu 19%, impulsionado pelo otimismo em torno dos ETFs de Bitcoin à vista, segundo maior ganho mensal de 2023. O desempenho foi liderado por altas significativas dos tokens SOL, LINK e BTC, que tiveram alta de 78%, 45% e 28%, respectivamente, mostra relatório da Binance Research, braço de pesquisa da exchange.

Os investidores com altos volumes de recursos investidos que participaram recentemente da pesquisa acreditam ainda que o mercado vai se manter estável ou apresentar melhora ao longo deste último trimestre do ano. Desses, apenas 12% previram algum tipo de piora.

“A adoção de criptomoedas por investidores do Brasil vem crescendo continuamente à medida que as pessoas buscam diversificar e aumentar o potencial de ganhos. A regulação do mercado, a cargo do Banco Central, deve contribuir para esse processo ao definir as regras de atuação das instituições participantes, e com isso trazer mais segurança para investidores. A Binance, como líder de mercado, tem desempenhado papel fundamental no desenvolvimento de produtos mais atrativos e eficientes para os usuários, em total conformidade com a regulação brasileira, assim como em todo mercado em que atua. Também investimos recursos na oferta de conteúdos de educação para todos níveis – o que é fundamental para a tomada de decisões com maior embasamento técnico, consciência sobre os riscos envolvidos e de forma responsável”, afirma Guilherme Nazar, diretor-geral da Binance no Brasil.

Ainda segundo o estudo da Binance com investidores no Brasil, 55% deles mantêm suas aplicações em criptomoedas mesmo em momento de baixa, procurando alternativas mais conservadoras dentro do segmento, como, por exemplo, o Binance Earn, que oferece soluções de staking para proporcionar renda passiva aos usuários.

Outros 15% dos respondentes afirmam dar preferência aos DCAs (Dollar Cost Average, ou custo médio em dólares) em momentos de baixa. Neste caso, os investidores compram quantidades pré-definidas e parceladas mensalmente para elevar a exposição a um ativo de forma gradual, diluindo riscos de volatilidade e mirando o médio e longo prazo. Somente 13% dos respondentes à pesquisa disseram que sacam os recursos em momentos de baixa.

30% dos usuários que participaram da pesquisa apontaram que o principal fator de decisão na escolha da corretora onde transacionar criptomoedas são as taxas cobradas na operação. Enquanto 22% consideram a diversidade dos ativos oferecidos, outros 16% levam em conta a estratégia de negociação.

A Binance se destaca como a exchange com as melhores taxas de negociação, além da maior oferta de criptomoedas do mercado. Atualmente, mais de 350 tokens estão listados para negociação na exchange, incluindo pares em Real. A corretora tem hoje mais de 150 milhões de usuários em todo o mundo, e o Brasil é um dos 10 principais mercados.