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Mercados

Futuros têm leve alta na abertura da semana nos mercados asiáticos

Contratos do S&P 500 e da Nasdaq operavam com ganhos, bem como do principal índice do Japão; bolsas em Nova York estarão fechadas com feriado

Painel com cotações da Bolsa de Tóquio: futuros operam com ganhos moderados
Por Andreea Papuc
19 de Junho, 2022 | 08:11 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg Línea — Depois de duas sessões com muita volatilidade, os mercados ensaiam um início de semana com ganhos moderados. Isso ao menos é o que se depreende da abertura na Ásia nesta segunda-feira (20), noite de domingo (19) no Brasil, depois que um fim de semana de oscilações nos preços de criptomoedas destacou o sentimento frágil de investidores sob um Federal Reserve determinado a domar a inflação.

Os futuros de ações subiam no Japão, mas caíam na Austrália e em Hong Kong, enquanto os contratos para o S&P 500 e a Nadsaq 100 tinham ganhos no início do pregão na Ásia.

O bitcoin subia cerca de 16% no domingo, retomando o nível de US$ 20.000 e recuperando parte das perdas de uma forte acentuada na véspera que o levara a perder esse patamar simbólico.

O dólar tinha comportamento misto em relação aos principais pares, enquanto as cotações internacionais do petróleo subiam. Não haverá negociação de títulos do Tesouro nesta segunda, bem como da Bolsa de Nova York e da Nasdaq, pois Wall Street estará fechada por causa de um novo feriado.

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Na China, a Bloomberg Economics espera que os bancos deixem as taxas primárias de empréstimos inalteradas. As ações chinesas tiveram ganhos em sessões recentes com a promessa predominante do governo de que haverá apoio político para combater uma desaceleração do crescimento.

Mas, segundo analistas, é provável que a volatilidade continue afetando os mercados globais, em especial o americano, uma vez que a inflação permanece elevada e os investidores se preocupam com o fato de os ativos terem que cair ainda mais para se ajustarem ao aperto monetário agressivo em várias nações.

“Ao deixarem o aperto monetário para um estágio tão tardio, os bancos centrais podem ser forçados a pisar no freio”, escreveu Eric Robertsen, estrategista-chefe do Standard Chartered Bank, em nota. “Os riscos de recessão estão aumentando, pressionando ainda mais os ativos de risco.”

- Com a Bloomberg Línea.

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