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Mercados

Ásia: futuros em queda após alerta da Snap sobre impacto em redes sociais

Dona do Snapchat alerta nos EUA que não deve atingir previsões no segundo trimestre e ações desabam cerca de 30% no after market

Ciclista em avenida vazia de Pequim por causa de restrições à circulação por causa da pandemia de Covid
Por Andreea Papuc
23 de Maio, 2022 | 09:27 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg Línea — Os mercados asiáticos abriram com tendência mista nesta terça-feira (no horário local), enquanto traders digerem um início de selloff - onda vendedora - nos futuros americanos e novas medidas do governo na China para estimular a segunda maior economia do mundo.

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Os contratos futuros do Nasdaq 100 estão em queda depois que a Snap (SNAP), dona do Snapchat, alertou para a deterioração de tendências macroeconômicas e disse ser pouco provável que consiga atingir as previsões de receitas e lucros para o segundo trimestre.

O CEO da Snap, Evan Speigel, disse em comunicado a funcionários que as contratações devem desacelerar de forma a permitir um melhor gerenciamento das despesas até o fim do ano.

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As ações da Meta (FB), dona do Facebook, também caíam nas negociações do after market, bem como as da Alphabet (GOOG), a holding do Google.

Os futuros também abriram em queda no Japão, apesar do fechamento com ganhos nesta primeira sessão da semana nos Estados Unidos, auxiliados pelos comentários do presidente Joe Biden sinalizando que tarifas de importação impostas pelo governo de Donald Trump podem ser revistas. As ações de empresas financeiras e do setor de energia lideraram os ganhos.

A China anunciou que vai oferecer mais de 140 bilhões de yuan (cerca de US$ 21 bilhões) em alívio tributário em uma nova tentativa de compensar o impacto dos lockdowns adotados para conter o avanço da pandemia do coronavírus. Ações de companhias chinesas negociadas nos EUA recuaram.

O dólar e os títulos também tiveram perdas, enquanto o euro se valorizou depois que a presidente do BCE (Banco Central Europeu), a francesa Christine Lagarde, disse que juros mais altos devem vir em julho.

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