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Pimco planeja assumir controle da Constellation, antiga Queiroz Galvão Oil

Objetivo é reestruturar dívida de US$ 1,84 bilhão que daria o controle acionário da empresa aos credores

Plaraforma de petróleo
Por Cristiane Lucchesi
23 de Março, 2022 | 07:20 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — Os credores da brasileira Queiroz Galvão Oil & Gas Constellation, incluindo a Pimco, planejam aprovar um plano de reestruturação de dívida de US$ 1,84 bilhão que lhes daria o controle acionário da empresa, disseram pessoas familiarizadas com o assunto.

O plano, que está sendo negociado entre os credores da empresa e seus acionistas, trocaria dívida de US$ 1 bilhão por capital, com os detentores de títulos ficando com cerca de 47% do capital da empresa, os bancos, com 26%, e 27% permanecendo com os atuais acionistas, a família Queiroz Galvão e a Capital Group. Esses acionistas detêm 74,1% e 25,9% do capital da Constellation hoje, respectivamente.

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A proposta também inclui um financiamento DIP de US$ 60 milhões, a ser fornecido pelos detentores de títulos. A empresa ficaria com cerca de US$ 840 milhões em dívidas antigas com os bancos, que serão novamente reestruturadas para ajustar os pagamentos à geração de caixa da empresa.

A Constellation tem três navios sonda: Amaralina Star, Laguna Star e Brava Star.

A Constellation entrou com pedido de recuperação judicial contra credores em dezembro de 2018, depois que a Lava Jato e os preços mais baixos do petróleo forçaram a Petrobras a economizar dinheiro renovando menos arrendamentos de plataformas de petróleo.

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Em julho de 2019, os credores da Constellation aprovaram um plano de reestruturação que não foi seguido devido à pandemia de Covid, que novamente derrubou os preços do petróleo. A proposta a ser votada em breve é ​​uma emenda ao plano anterior.

A Constellation e a Pimco não quiseram comentar.

Veja mais em bloomberg.com

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