Saúde

Ômicron: Subvariante BA.2 está perto de ser a dominante na África do Sul

Embora pareça mais transmissível que a cepa ômicron original, a nova versão não dá sinais de causar doença mais grave

Lembrando que a ômicron já é mais transmissível que cepas anteriores, como a delta
Por Antony Sguazzin
10 de Fevereiro, 2022 | 12:40 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — A subvariante BA.2 da cepa ômicron já representa quase 100% dos novos casos de covid na África do sul, segundo Tulio de Oliveira, professor de bioinformática que administra instituições de sequenciamento genético e orienta o governo na condução da pandemia.

“Como esperado, a subvariante BA.2 dominou a África do Sul, chegando próxima de 100% dos novos genomas”, disse Oliveira, que anunciou a descoberta da ômicron em 25 de novembro. “Mas o que isso significa?”

Embora a BA.2 pareça ser mais transmissível que a cepa original, não há indicações de que causa uma doença mais grave. Oliveira disse anteriormente que ela poderia causar um segundo surto de infecções dentro da onda de ômicron.

Ainda assim, embora a África do Sul tenha sido o primeiro país a passar por uma grande onda de casos de ômicron, o número já diminuiu. Na quarta-feira (9), o país registrou 3.628 novos casos, uma queda em relação ao recorde de quase 27 mil em 15 de dezembro. A cepa ômicron original é significativamente mais transmissível que variantes anteriores, como a delta, mas parece causar versões mais leves da doença.

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--Este texto foi traduzido por Bianca Carlos, localization specialist da Bloomberg Línea.

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