PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Internacional

Boeing 737 Max está perto de retomar serviço comercial na China

Voo realizado pela Hainan Airlines em 9 de janeiro foi o primeiro Max a voar no país desde a recertificação no início de dezembro

Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — O 737 Max da Boeing está pronto para retomar os voos comerciais na China ainda este mês, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto, um marco significativo para a aeronave que teve operação suspensa em todo o mundo em 2019.

O chamado voo de prontidão operacional realizado pela Hainan Airlines em 9 de janeiro é um sinal de que o modelo pode retornar aos céus da China dentro de semanas, de acordo com as pessoas, que pediram para não serem identificadas discutindo informações que não são públicas. As operadoras que voam com o Max no país não deram uma data específica para a retomada e a mudança ainda pode ser adiada, principalmente com a aproximação do feriado do Ano Novo Lunar.

PUBLICIDADE

Um Max 8 quase vazio pertencente à Hainan Air decolou de Taiyuan e pousou duas horas e 52 minutos depois, de acordo com o serviço de rastreamento Flightradar24. Seu destino era Haikou no sul, onde a empresa aérea está sediada.

O jato de três anos foi o primeiro Max a voar na China desde que o regulador de aviação do país recertificou a aeronave no início de dezembro, a analista do Morgan Stanley Kristine Liwag disse em nota na quarta-feira. Antes que os reguladores permitam que os 737 atualizados retornem ao serviço aéreo regular no país, as empresas aéreas devem retreinar os pilotos e realizar manutenção em aeronaves que estão ociosas há quase três anos.

A Hainan Air e funcionários da Administração de Aviação Civil da China não responderam aos pedidos de comentários.

PUBLICIDADE

O regulador de aviação da China foi o primeiro a suspender a operação do 737 Max em 2019, depois de duas quedas da aeronave em cinco meses, e um dos últimos a aprovar as mudanças de software da Boeing. Mais de 185 dos 195 reguladores em todo o mundo autorizaram os jatos a voar, sendo a China a última exceção significativa.

Veja mais em bloomberg.com

Leia também

PUBLICIDADE