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Negócios

Airbus ou Boing, quem vendeu mais em 2021?

Diferença entre as duas empresas já não é mais tão grande e permite que fabricante europeia de aviões reivindique a liderança em alguns aspectos de mercado

Empresa europeia reduziu a diferença para a líder americana
Por Anthony Palazzo
01 de Janeiro, 2022 | 09:39 am
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — A entrada de novos de pedidos de fim de ano para a Airbus eliminou a maior parte da liderança construída pela Boeing em 2021 e até mesmo colocou o fabricante de aviões europeu em posição de reivindicar o direito de se gabar para o ano com base em compromissos líquidos. A Boeing acumulou uma vantagem nos pedidos no início de 2021, alimentada pela demanda reprimida por seu 737 Max, quando seu modelo de corredor único saiu de um encalhe de dois anos. Até outubro, sua liderança era de 428 aeronaves, com base em números informados pelos dois fabricantes de aviões.

Mas a Airbus lucrou durante os últimos dois meses do ano, obtendo grandes vitórias no Dubai Airshow em novembro e arrebatando contas na Qantas Airways Ltd e na Air France-KLM em dezembro. Em 31 de dezembro, a lacuna de pedidos havia encolhido para 58 aviões, com base em um cálculo da Bloomberg de pedidos anunciados. Em uma base líquida, a Airbus pode estar em posição de reivindicar a vitória.

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Até novembro, a Boeing havia relatado 457 pedidos líquidos para 2021, com a Airbus atrás, com 368. Mas a movimentação da fabricante europeia em dezembro, incluindo 40 pedidos firmes da empresa de leasing Aviation Capital Group, elevou seu total anual para cerca de 548 antes de compensar quaisquer cancelamentos não divulgados. Isso se compara aos 476 da Boeing, que fechou contrato de cargueiro com a UPS em dezembro. A contagem final não será conhecida até que ambas as empresas relatem pedidos de final de ano e entregas no início de janeiro.

É inteiramente possível que a Airbus divulgue uma série de cancelamentos e não consiga pegar a Boeing, com sede em Chicago, mesmo em uma base líquida. Com a Covid-19 continuando a turvar as finanças das companhias aéreas, os dois fabricantes enfrentaram problemas que eliminaram centenas de pedidos de seus livros.

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