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Negócios

Spac assessorada por ex-Citi planeja IPO de US$ 200 milhões

Empresa pretende comprar startups de inteligência artificial, análise de dados, nuvem, segurança cibernética, blockchain, tecnologia de saúde e software como serviço (SaS)

Ex-Citigroup Vikram Pandit organiza Spac
31 de Agosto, 2021 | 09:54 pm
Tempo de leitura: 1 minuto

O ex-presidente executivo do Citigroup Inc., Vikram Pandit, é o mais recente alto executivo financeiro a vincular seu nome a uma empresa de cheque em branco.

Pandit, que liderou o banco dos EUA de 2007 a 2012, ingressou na Spac (empresa de propósito específico de aquisição) Compass Digital Acquisition Corp. como consultor sênior, de acordo com uma pessoa com conhecimento do assunto.

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A empresa pretende levantar US$ 200 milhões com o objetivo de fechar um acordo com uma startups que opera com inteligência artificial, análise de dados, nuvem, segurança cibernética, blockchain, tecnologia de saúde e software como serviço (SaS), entre outros setores, disse a pessoa. Os termos não foram finalizados e ainda podem ser alterados.

O ex-CEO da Wipro Ltd. Abidali “Abid” Neemuchwala deve ser o presidente e CEO da Spac, enquanto Burhan Jaffer será o diretor financeiro, disse a pessoa. Jaffer ocupou cargos, incluindo o de diretor de estratégia na Conduent Inc. e foi sócio na Social Impact Capital.

Um porta-voz da Compass Digital não comentou imediatamente. Um representante da Pandit não quis comentar, assim como um representante do Citigroup, que está em negociações para subscrever o Spac.

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Ex-executivos de bancos, incluindo o ex-CEO do Credit Suisse Group AG, Tidjane Thiam, e o ex-presidente do Goldman Sachs Group Inc., Gary Cohn, se uniram a Spacs, juntando-se a dezenas de altos executivos financeiros e de tecnologia em busca de um acordo. Um Spac liderado pelo ex-CEO do UBS AG Sergio Ermotti em julho fechou uma fusão com a empresa de moda Zegna.

Em meio a um aperto dos reguladores em relação às políticas contábeis, o entusiasmo dos investidores pelas Spacs diminuiu nos últimos meses, em parte devido aos lucros insatisfatórios de certas empresas que optaram por abrir o capital por meio de fusões com companhias de cheques em branco.

O apetite pelo investimento em startups também tem se mostrado limitado, incentivando algumas empresas a buscar alternativas, como rodadas de financiamento adicionais ou ofertas públicas iniciais tradicionais como meio de levantar capital.

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