Selic

De Kayath a Mansueto: os cotados para a economia de Flávio Bolsonaro, segundo fontes

Melhora das perspectivas eleitorais do senador atraiu profissionais de destaque do mercado financeiro para as discussões sobre um eventual governo, enquanto investidores aguardam sinais sobre como a próxima equipe pretende enfrentar o déficit público e estabilizar a dívida

Mercado tem apreço pelo ajuste fiscal, não pela oposição, diz CEO da Buysidebrazil

Em entrevista ao podcast Radar Eleitoral, da Bloomberg Línea, Andréa Damico diz ver upside de 10% a 15% para o Ibovespa e queda do dólar a R$ 4,80 com eventual vitória de Flávio Bolsonaro; otimismo está ligado ao potencial de ajuste das contas públicas

Bradesco prevê mais dois cortes da Selic em 2026 e fim do ciclo em meados de 2027

Economistas do banco projetam a taxa de juros em 13,25% ao fim deste ano e em 11% ao fim de 2027, com cortes de 0,50 ponto percentual no início do próximo ano, em meio à desaceleração da atividade

Mercado vê espaço para mais cortes e reduz projeção da Selic para 13,5% em 2026

Economistas consultados pelo Banco Central reduziram novamente a previsão para os juros, enquanto o Copom mantém postura cautelosa no ciclo de cortes

BC levemente ‘dove’ mantém porta aberta às vésperas das eleições, segundo economistas

Analistas destacam mudanças sutis no comunicado e avaliam que o Banco Central ganhou convicção sobre a perda de força da atividade, mantendo espaço para novos cortes; troca de palavras no comunicado e projeção de inflação mantida em 3,2% chamam atenção

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Banco Central reduz juros para 13,75% enquanto eleição apertada ofusca perspectivas

Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, cortou a Selic em 0,25 ponto percentual; cenário ‘exige serenidade e cautela’, diz comunicado

BC deve cortar Selic em 0,25pp e manter porta aberta antes da eleição, dizem analistas

Avaliação de especialistas do mercado é de que o Copom vai manter os próximos passos do ciclo de alívio monetário em aberto e adotará comunicação ainda cautelosa, diante da continuidade da desancoragem das expectativas de inflação

Bank of America eleva ações brasileiras por espaço para cortes de juros

Banco projeta a Selic em 11,25% ao final de 2027 e elevou a recomendação de ‘marketweight’ para ‘overweight’ diante da desaceleração da atividade econômica e dos riscos inflacionários mais baixos

Copom vê política monetária surtir efeito, mas mantém alerta sobre inflação no país

Ata mostra melhora no processo de desinflação e perda de impulso da economia, mas Banco Central avalia que demanda ainda pressiona os preços

Bancos veem melhoria no crédito no Brasil neste ano como improvável

Expectativas apontam que a taxa Selic deve cair em um ritmo mais lento que o esperado no começo do ano, com a pressão nos preços do petróleo por causa da guerra no Irã deixando o Banco Central menos propenso a reduzir os juros

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BC deve cortar Selic a 13,5% em cenário de cautela na região, segundo Oxford Economics

Consultoria britânica afirma que a melhora no mercado de energia não justifica uma flexibilização das medidas restritivas na região, e que bancos centrais não alterarão o rumo de política monetária

Copom: Banco Central reduz Selic para 14% ao ano após inflação desacelerar

Em votação unânime, o Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu a taxa básica de juros pela quarta vez consecutiva

Copom deve cortar Selic, manter porta aberta e ajustar ‘confusão’, dizem analistas

Agentes financeiros aguardam um novo corte de 0,25 ponto percentual da Selic no Copom desta semana diante da melhora na inflação, o que levaria a Selic para 14%

Mercado reduz projeção para a Selic no fim de 2026 e vê inflação mais controlada

Economistas passaram a prever juros de 13,75% no final do ano, enquanto as expectativas para a inflação têm quinta queda consecutiva, estimada em 5,03%

Alívio no IPCA-15 crava aposta em corte de juros na próxima reunião do Copom

A composição do indicador apresentou desaceleração dos núcleos da inflação, dissipação do choque do petróleo e redução da pressão sobre os alimentos, e foi lida como benigna pelos analistas de mercado 

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