Política monetária BR

Da ‘exuberância irracional’ à crise de 2008: o legado de Alan Greenspan à frente do Fed

Greenspan domou a inflação, impulsionou mercados e popularizou o termo ‘exuberância irracional’ em 18 anos à frente do Fed; sua gestão, contudo, é associada à bolha imobiliária que culminou na crise de 2008

Ata do Copom: estas são as principais questões que o mercado busca decifrar

Comunicado da última quarta-feira levantou uma série de questões entre os participantes do mercado ao combinar o corte da Selic com a extensão no horizonte relevante da política monetária e um diagnóstico mais duro para a inflação à frente

Morre Alan Greenspan, ‘maestro’ que liderou o Fed por recordes e crises nos EUA

Presidente do Federal Reserve entre 1987 e 2006 foi considerado um gênio por ter conduzido uma expansão econômica dos EUA, mas seu prestígio foi ofuscado pela crise financeira que eclodiu menos de dois anos após sua saída do cargo. Ele tinha 100 anos

Brasil tem juro real mais alto do mundo, acima de Rússia, Turquia e México

Levantamento da Lev Intelligence aponta que quatro países da América Latina estão entre os 10 com as taxas de juros reais mais altas, liderados pelo Brasil; inflação exige cautela de bancos centrais na região

Bancos veem espaço menor para cortes da Selic e se dividem sobre o fim do ciclo

Para BTG e Bank of America, o corte de junho pode ter sido o último do ciclo; já UBS BB e PicPay veem novas reduções à frente, e Itaú e XP preveem um ajuste final em agosto, para 14%, com pausa na sequência

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Copom reduz Selic para 14,25% e aponta incerteza ‘acima do usual’ para projeções

Banco Central cortou os juros pela terceira vez consecutiva em 0,25 ponto percentual; projeções de inflação pioraram desde abril, mas comitê avalia que política monetária segue restritiva o suficiente

Até os bancos centrais mais pacientes estão mudando de postura com a alta da inflação

Em países como Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul e Indonésia, as autoridades monetárias estão revendo sua abordagem e adotando um tom mais duro ou tomando decisões para aumentar as taxas de juros

Mercado vê ciclo do Banco Central perto do fim com apenas mais um corte da Selic

Gestores e economistas que o Copom deve fazer apenas mais uma redução de 0,25 ponto na taxa de juros na reunião de junho; aumento do petróleo e dos preços de combustíveis traz reflexos para a inflação

Economistas já veem primeiros sinais de efeitos secundários na inflação

Aumento dos preços dos combustíveis, impulsionado pela alta do petróleo, já começa a ser incorporado nas projeções com a expectativa de repasse de custos para os bens industriais

Antes de chegar ao Fed, Kevin Warsh acenou com corte de juros. Agora precisará recuar

Em sua campanha para chegar à presidência do Federal Reserve, Warsh defendeu taxas de juros baixas e falou em reformar a comunicação do banco central, mas os desafios do cargo indicam que enfrentará dificuldades para convencer o Comitê Federal de Mercado Aberto a adotar suas linhas de raciocínio

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De elogios de Trump a promessa de mudanças: como foi a posse de Kevin Warsh no Fed

Presidente americano disse que quer que novo chefe do Fed seja ‘totalmente independente’ e ‘faça a própria coisa’; Warsh prometeu trazer ‘mudança de regime’, mas enfrenta inflação acelerada e expectativa de alta de juros

JGP vê pausa do BC em junho com IPCA elevado e expectativas pressionadas

Em entrevista à Bloomberg News, Fernando Rocha, sócio e economista-chefe da gestora, diz que tem visto mais riscos de alta para a inflação do que de baixa; ‘Ao cortar juros neste ambiente, o BC se arrisca perder credibilidade’, afirmou

BC está ‘muito perto’ de reconhecer que terá de fazer uma pausa, diz Ramos, do Goldman

Em entrevista à Bloomberg Línea, o diretor de pesquisa macroeconômica para América Latina do banco, Alberto Ramos, avalia que o BC ficou mais pressionado com a inflação elevada, a atividade econômica resiliente e os estímulos do governo

Corte do Fed só em 2027? Goldman e BofA adiam projeção de queda dos juros nos EUA

Bancos de Wall Street se juntaram a um grupo crescente de instituições que passaram a rever suas previsões para a redução de juros; BofA agora vê o próximo corte apenas em julho do ano que vem

Bancos veem cortes de 0,25 ponto da Selic à frente e ciclo mais curto após Copom

Copom reconheceu que inflação e núcleos aceleraram e se distanciaram da meta, reduzindo o espaço para cortes; maioria das casas projeta novo ajuste de 0,25 ponto em junho e Selic entre 13,25% e 13,50% no fim de 2026

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