Mercados
Dólar a R$ 4,50 e bolsa em 250 mil pontos? As previsões de Wall Street após o 1º turno
Bancos de investimento enxergam potencial para uma nova rodada de valorização dos ativos brasileiros após o primeiro turno, embora o cenário dependa do desfecho da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula e da credibilidade do próximo governo
Ray Dalio alerta que IA vive uma ‘bolha clássica’ e que está próxima de estourar
Fundador da Bridgewater afirmou que o aumento dos juros globais e o crescimento das dívidas contraídas para financiar investimentos em inteligência artificial aproximam o setor de um ponto crítico
Euforia nos mercados depende de plano ainda incerto de Flávio Bolsonaro
Analistas esperam que o país tenha mais chances de enfrentar o déficit crescente sob o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, embora ele ainda não tenha apresentado um plano detalhado de como pretende fazer isso
Reserva global de petróleo está ‘assustadoramente escassa’, diz CEO da Aramco
Situação dos estoques de petróleo do mundo está crítica; o CEO da Aramco, Amin Nasser, destacou que, embora os governos planejem liberar até 100 milhões de barris de reservas de emergência para reduzir os preços, isso não resolverá os problemas de oferta e demanda
Do Nubank à Petrobras: veja como as ações brasileiras reagem após as eleições
Ibovespa registra sua maior alta desde 2020, com bancos, setor de consumo e empresas ligadas ao ciclo doméstico entre os principais beneficiados do dia
De JPMorgan a Goldman Sachs: as apostas de Wall St para o Brasil após o primeiro turno
Surpresa eleitoral com o desempenho de Flávio Bolsonaro movimenta as apostas sobre ações, taxas e o real; os bancos analisam agora qual pode ser a amplitude da reação dos ativos locais
Mercados se preparam para oscilações, independentemente do resultado das eleições
Diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno deve orientar as apostas sobre política fiscal e provocar ajustes nos ativos brasileiros. Investidores se preparam para ajustes rápidos nos ativos após o primeiro turno, com cenários distintos para juros, câmbio e ações
Faria Lima vê próximo governo dividido entre satisfazer eleitores e conter gastos
Investidores avaliam que Lula ou Flávio Bolsonaro terá de escolher em 2027 entre cumprir promessas e cortar despesas para frear a dívida, que deve chegar a 83,1% do PIB. Bancos e gestoras esperam um plano de ajuste fiscal detalhado até o fim do ano, na transição
Clima de aversão ao risco deve perdurar até dólar atingir pico, avalia Bank of America
Michael Hartnett vê desalavancagem nos mercados, recomenda aproveitar a queda e indica que o nervosismo dos mercados deve persistir enquanto os rendimentos dos títulos americanos permanecerem elevados
Mercado tem apreço pelo ajuste fiscal, não pela oposição, diz CEO da Buysidebrazil
Em entrevista ao podcast Radar Eleitoral, da Bloomberg Línea, Andréa Damico diz ver upside de 10% a 15% para o Ibovespa e queda do dólar a R$ 4,80 com eventual vitória de Flávio Bolsonaro; otimismo está ligado ao potencial de ajuste das contas públicas
Como os Treasuries com rendimento a 5% ao ano podem impactar as ações dos EUA
Rendimentos mais altos dos títulos representam uma ameaça às ações porque reduzem o valor presente dos lucros futuros e tornam os papéis menos atraentes em comparação com ativos de baixo risco
Gestores elevam projeção para o Ibovespa antes da eleição, diz pesquisa do BofA
Levantamento do Bank of America (BofA) com 30 gestores de ativos latino-americanos mostra que 73% deles projetam o índice acima de 180 mil pontos ao final de dezembro; 46% veem o Ibovespa em 200 mil pontos ou mais
Ações descontadas e juros altos aceleram êxodo de empresas da B3
A Selic acima de 10% desde 2022, a instabilidade decorrente da guerra no Oriente Médio e o boom da inteligência artificial nos EUA e na Ásia desviam recursos do país e levam a bolsa a registrar a saída de 33 empresas desde 2024, segundo dados compilados pela Bloomberg
Super El Niño aquece mercados de derivativos climáticos e de apostas sobre temperaturas
Centro de Previsão Climática dos EUA estima que há 75% de chance de as temperaturas superarem todos os recordes desde 1950; na Chicago Mercantile Exchange, as negociações para o inverno começaram três meses mais cedo do que o normal
Cobre atinge o maior valor da história com preocupações sobre tarifas e oferta
Preço negociado na Bolsa de Metais de Londres (LME) é impulsionado pela expectativa de que o presidente Donald Trump amplie as tarifas dos Estados Unidos sobre as importações do metal















