Juros
Comunicação do Banco Central segue em xeque e mercado vê risco à meta de inflação
De acordo com economistas e analistas, ata do Copom deixou de contemplar todos os questionamentos surgidos após o comunicado pouco claro na semana passada
Da ‘exuberância irracional’ à crise de 2008: o legado de Alan Greenspan à frente do Fed
Greenspan domou a inflação, impulsionou mercados e popularizou o termo ‘exuberância irracional’ em 18 anos à frente do Fed; sua gestão, contudo, é associada à bolha imobiliária que culminou na crise de 2008
Ata do Copom: estas são as principais questões que o mercado busca decifrar
Comunicado da última quarta-feira levantou uma série de questões entre os participantes do mercado ao combinar o corte da Selic com a extensão no horizonte relevante da política monetária e um diagnóstico mais duro para a inflação à frente
Tesouro se esforça para acalmar mercado após decisão ‘confusa’ do BC sobre juros
Comunicado do Comitê de Política Monetária divulgado na quarta-feira foi considerado ambíguo por investidores e analistas ao reduzir juros, mas alertar para aceleração do crescimento e da inflação
Brasil tem juro real mais alto do mundo, acima de Rússia, Turquia e México
Levantamento da Lev Intelligence aponta que quatro países da América Latina estão entre os 10 com as taxas de juros reais mais altas, liderados pelo Brasil; inflação exige cautela de bancos centrais na região
Operadores elevam apostas em alta de juros do Fed com discurso de Kevin Warsh e Irã
Negociações precificam integralmente um aumento de 0,25 ponto percentual na taxa de juros americana até setembro, enquanto a estabilidade dos preços do petróleo reacende preocupações com a inflação
Bancos veem espaço menor para cortes da Selic e se dividem sobre o fim do ciclo
Para BTG e Bank of America, o corte de junho pode ter sido o último do ciclo; já UBS BB e PicPay veem novas reduções à frente, e Itaú e XP preveem um ajuste final em agosto, para 14%, com pausa na sequência
Copom reduz Selic para 14,25% e aponta incerteza ‘acima do usual’ para projeções
Banco Central cortou os juros pela terceira vez consecutiva em 0,25 ponto percentual; projeções de inflação pioraram desde abril, mas comitê avalia que política monetária segue restritiva o suficiente
Fed mantém juros e autoridades se dividem sobre altas neste ano
Em primeira reunião presidida por Kevin Warsh, Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) votou por unanimidade na quarta-feira por manter sua taxa básica de juros numa faixa de 3,5% a 3,75% ao ano
Mercado vê acordo entre EUA e Irã abrir espaço para queda da Selic, com cenário incerto
Banco Central deve cortar os juros em 0,25 ponto percentual, pela terceira vez seguida, para 14,25% ao ano, segundo expectativa majoritária dos economistas
Mercado de Treasuries indica a Warsh e ao novo Fed que taxas de juros devem subir
Rendimentos dos títulos de dois anos dispararam para o maior nível desde 2025 depois que uma série de indicadores econômicos levou investidores a precificar pelo menos uma alta de 0,25 ponto percentual em outubro
Mercado abandona perspectiva de corte de juros e vê Selic acima de 14% por anos
Cenário refletido atualmente na precificação dos contratos de juros futuros indica de que os investidores desistiram de apostar em alívio monetário diante da alta das expectativas de inflação e da resiliência da economia doméstica
Pressões de IA, energia e empregos podem forçar Fed a aumentar juros, aponta Citadel
Relatório descreve cenário de crescimento robusto e inflação elevada, o que reforça apostas de aperto monetário e levou investidores a rever expectativas para a política do banco central americano
Até os bancos centrais mais pacientes estão mudando de postura com a alta da inflação
Em países como Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul e Indonésia, as autoridades monetárias estão revendo sua abordagem e adotando um tom mais duro ou tomando decisões para aumentar as taxas de juros
Mercado vê ciclo do Banco Central perto do fim com apenas mais um corte da Selic
Gestores e economistas que o Copom deve fazer apenas mais uma redução de 0,25 ponto na taxa de juros na reunião de junho; aumento do petróleo e dos preços de combustíveis traz reflexos para a inflação















