Juros

BC está ‘muito perto’ de reconhecer que terá de fazer uma pausa, diz Ramos, do Goldman

Em entrevista à Bloomberg Línea, o diretor de pesquisa macroeconômica para América Latina do banco, Alberto Ramos, avalia que o BC ficou mais pressionado com a inflação elevada, a atividade econômica resiliente e os estímulos do governo

Treasuries de 30 anos a 5%? Traders apontam para nova era de rendimentos mais altos

Rendimentos de títulos longos dos EUA atingiram o nível mais alto em duas décadas, colocando pressão sobre os mercados; especialistas ressaltam que expectativas de inflação mais elevada estão se consolidando, podendo levar ao aumento dos juros pelo Fed

IPCA sobe 0,67% em abril, em linha com esperado, e se aproxima do teto da meta

Choque nos preços de energia elevou custos nos postos e supermercados e reforçou incertezas para o cenário inflacionário; inflação anual chegou a 4,39%

Economistas elevam projeção da Selic para 11,25% em 2027 com pressão inflacionária

Boletim Focus indica piora nas expectativas do mercado para juros em 2027 em meio ao avanço da inflação e às tensões geopolíticas no Oriente Médio

BC faz 1ª compra de dólar futuro em dez anos, e mercado já espera mais atuações

Atuação foi vista como mais um passo para a redução do estoque de swaps cambiais, derivativos usados para impedir movimentos excessivos da divisa

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Negócios

Dívida ‘sufocante’ leva mais 8 milhões de empresas à inadimplência no Brasil

Com os juros próximos do pico das últimas duas décadas e o crédito cada vez mais escasso, um número historicamente alto de empresas luta para manter as portas abertas enquanto acumula cerca de R$ 213 bilhões em dívidas

Brasil

Ata do Copom: BC vê inflação pressionada e indica política monetária ainda restritiva

Dirigentes do BC citam impacto da guerra e da demanda interna na inflação e destacam desancoragem das expectativas, reforçando perspectiva de política restritiva

Brasil

Bancos veem cortes de 0,25 ponto da Selic à frente e ciclo mais curto após Copom

Copom reconheceu que inflação e núcleos aceleraram e se distanciaram da meta, reduzindo o espaço para cortes; maioria das casas projeta novo ajuste de 0,25 ponto em junho e Selic entre 13,25% e 13,50% no fim de 2026

Brasil

Copom reduz Selic para 14,50% e sinaliza ‘cautela e serenidade’ diante de incerteza

Em comunicado, comitê do Banco Central diz que condicionará decisões futuras à evolução do conflito no Oriente Médio e seus efeitos sobre preços; maioria dos economistas projetava um corte de 25 pontos-base nesta reunião

Mercados

Fed mantém juros, em decisão com o maior número de votos dissidentes desde 1992

Quatro membros do Fomc registraram votos dissidentes pela primeira vez em mais de três décadas; conflito no Oriente Médio e a iminente troca de comando no Fed aprofundam divisões sobre os rumos da política monetária

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Mercados

Espaço para corte da Selic já está perto do fim, segundo Gustavo Loyola

Para ex-presidente do Banco Central, a tendência diante de cenário de incerteza global é de freio no ciclo de redução dos juros, com possível sinalização de pausa para junho e retomada da flexibilização mais adiante

Mercados

IPCA-15 sobe 0,89% em abril, abaixo do esperado, e mantém incerteza sobre juros

Alta de alimentos e combustíveis impulsiona índice a 0,89% no mês, enquanto cenário externo pressiona expectativas e dificulta decisão dos dirigentes do Banco Central

Brasil

Goldman eleva projeção da Selic para 13,25% em 2026 diante do choque do petróleo

Banco de Wall Street avalia que a deterioração das expectativas de inflação e incerteza global tendem a levar a uma postura de maior cautela do Banco Central; Copom se reúne nesta semana

Mercados

Operadores de bonds monitoram semana de decisão simultânea do G7 sobre rumos de juros

O Federal Reserve, o Banco Central Europeu (BCE) e seus pares no Japão, no Reino Unido e no Canadá têm decisões de juros agendadas enquanto lidam com o risco de um choque inflacionário impulsionado pela guerra

Mercados

Recorde de resgates de fundos abre espaço ao crédito estruturado

Cenário de juros, aumento da inadimplência corporativa e resgates recorde dos fundos de crédito de curto prazo passou a permitir que fundos que fazem empréstimo direto e mais estruturado às empresas no Brasil possam competir com grandes bancos e com mercados de títulos de dívida

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