Juros

Copom reduz Selic para 14,50% e sinaliza ‘cautela e serenidade’ diante de incerteza

Em comunicado, comitê do Banco Central diz que condicionará decisões futuras à evolução do conflito no Oriente Médio e seus efeitos sobre preços; maioria dos economistas projetava um corte de 25 pontos-base nesta reunião

Fed mantém juros, em decisão com o maior número de votos dissidentes desde 1992

Quatro membros do Fomc registraram votos dissidentes pela primeira vez em mais de três décadas; conflito no Oriente Médio e a iminente troca de comando no Fed aprofundam divisões sobre os rumos da política monetária

Espaço para corte da Selic já está perto do fim, segundo Gustavo Loyola

Para ex-presidente do Banco Central, a tendência diante de cenário de incerteza global é de freio no ciclo de redução dos juros, com possível sinalização de pausa para junho e retomada da flexibilização mais adiante

IPCA-15 sobe 0,89% em abril, abaixo do esperado, e mantém incerteza sobre juros

Alta de alimentos e combustíveis impulsiona índice a 0,89% no mês, enquanto cenário externo pressiona expectativas e dificulta decisão dos dirigentes do Banco Central

Goldman eleva projeção da Selic para 13,25% em 2026 diante do choque do petróleo

Banco de Wall Street avalia que a deterioração das expectativas de inflação e incerteza global tendem a levar a uma postura de maior cautela do Banco Central; Copom se reúne nesta semana

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Mercados

Operadores de bonds monitoram semana de decisão simultânea do G7 sobre rumos de juros

O Federal Reserve, o Banco Central Europeu (BCE) e seus pares no Japão, no Reino Unido e no Canadá têm decisões de juros agendadas enquanto lidam com o risco de um choque inflacionário impulsionado pela guerra

Mercados

Recorde de resgates de fundos abre espaço ao crédito estruturado

Cenário de juros, aumento da inadimplência corporativa e resgates recorde dos fundos de crédito de curto prazo passou a permitir que fundos que fazem empréstimo direto e mais estruturado às empresas no Brasil possam competir com grandes bancos e com mercados de títulos de dívida

Mercados

Estrangeiros colocam R$ 65 bi na bolsa, atingem recorde, e brasileiros ficam à margem

Valor injetado até 20 de abril já supera o total combinado de 2024 e 2025 enquanto participação de investidores de fora do país no mercado de ações brasileiro subiu para um recorde de 62%

Mercados

Itaú Optimus aposta em queda dos juros e dólar em plena guerra

Em entrevista à Bloomberg News, Pablo Salgado, gestor da família de fundos Optimus, da Itaú Asset Management, diz que vê um cenário de desvalorização do dólar frente ao real, em meio à redução de posições no mercado com a guerra no Irã

Internacional

Indicado por Trump para o Fed, Kevin Warsh diz que não será ‘fantoche’ do presidente

Em depoimento a comissão no Senado, o economista indicado para a presidência do Fed disse que terá atuação independente; Trump pressiona por cortes de juros

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Mercados

Goldman Sachs alerta que recuperação do mercado depende do alívio das taxas de juros

Para Christian Mueller-Glissmann, chefe de pesquisa de alocação de ativos do Goldman Sachs Group, embora as ações tenham se valorizado significativamente, os preços do petróleo permanecem elevados e os mercados de crédito ficaram para trás em relação ao de ações

Mercados

Reprecificação de juros leva multimercados a pior mês desde 2020

O IHFA, um índice de multimercados locais acompanhado pela Anbima, caiu 3,4% em março. A maior parte das perdas veio com a alta dos juros futuros à medida que operadores reduziram quase pela metade as apostas em cortes diante do salto nos custos de energia

Mercados

Sobem ou descem? Ata do Fed aponta cenários opostos para juros diante da guerra no Irã

Fomc manteve a taxa básica de juros em uma faixa de 3,5% a 3,75%, mas dirigentes se dividiram entre o temor de que a guerra possa prejudicar o mercado de trabalho e justificar a redução das taxas de juros e a percepção de risco de inflação, que poderia justificar aumentos nas taxas

Negócios

Cenário de juros elevados e inadimplência recorde ameaça reduzir lucro dos bancos

Guerra no Irã e a alta dos preços do petróleo apontam para uma redução no ritmo de cortes de juros, o que amplia dificuldade no pagamento de dívidas por tomadores de crédito e pode afetar resultados instituições financeiras ao longo do ano

Mercados

BC pode ampliar corte no 2º trimestre se guerra acabar, diz JPMorgan

Uma redução das tensões retiraria ‘boa parte’ do prêmio de risco geopolítico do petróleo e do real, disse Marina Valentini, estrategista de mercado global na JPMorgan Asset Management à Bloomberg News

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