Kalshi, fundada por brasileira, é avaliada em US$ 22 bi em nova rodada, diz fonte

Startup que opera uma plataforma de apostas em eventos futuros levantou US$ 1 bilhão em rodada liderada pela Coatue Management, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto que falou com a Bloomberg News

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Bloomberg — A Kalshi levantou mais de US$ 1 bilhão em uma nova rodada de investimentos que avaliou a empresa em US$ 22 bilhões, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto que falou com a Bloomberg News.

A operação praticamente dobra o valor da Kalshi em relação à rodada anterior, realizada em dezembro, quando a companhia foi avaliada em US$ 11 bilhões. Na época, o financiamento foi liderado pela Paradigm, com participação de Sequoia Capital, Andreessen Horowitz e ARK Invest.

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A nova rodada foi liderada pela Coatue Management, de acordo com a fonte, que pediu anonimato por se tratar de informações privadas.

A empresa foi fundada em 2018 pelo libanês Tarek Mansour e pela brasileira Luana Lopes Lara, que se conheceram como estudantes de graduação no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

A receita anualizada da Kalshi — medida pelo chamado run rate — é atualmente de US$ 1,5 bilhão, disse a pessoa.

Kalshi e Coatue não responderam a pedidos de comentário. A operação foi noticiada inicialmente pelo Wall Street Journal.

A captação indica que o apetite dos investidores por exposição ao setor de mercados de previsão, que cresce rapidamente, segue firme apesar da reação negativa de legisladores nos EUA.

O procurador-geral do Arizona apresentou nesta semana acusações criminais contra a Kalshi, alegando que a empresa operava o que classificou como uma “atividade ilegal de apostas”.

A Kalshi contestou as acusações e tem recebido apoio do novo presidente da Commodity Futures Trading Commission, o regulador federal responsável por supervisionar a plataforma.

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