Bloomberg — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os países membros fundadores de seu Conselho de Paz prometeram mais de US$ 5 bilhões para esforços humanitários e de reconstrução em Gaza.
Os membros do Conselho devem se reunir em 19 de fevereiro em Washington para confirmar as promessas e comprometer “milhares de funcionários” com uma força de estabilização para ajudar a manter a segurança em Gaza, disse Trump no domingo em sua plataforma Truth Social.
“Muito importante, o Hamas deve manter seu compromisso com a desmilitarização total e imediata”, disse Trump na postagem, referindo-se ao grupo palestino que os EUA designaram como organização terrorista.
Leia também: Em ligação com Trump, Lula discute conselho da paz e acerta viagem a Washington
O governo de Trump pediu aos países que contribuíssem com pelo menos US$ 1 bilhão para um assento permanente no conselho, de acordo com uma minuta de estatuto vista pela Bloomberg News.
Trump anunciou oficialmente o conselho em janeiro ao lado de aliados políticos, como o presidente argentino Javier Milei e o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban. Representantes do Bahrein, Marrocos, Azerbaijão, Bulgária, Paquistão, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Uzbequistão também compareceram.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse que provavelmente participará da reunião de Washington como observadora.
Leia também: ‘Clube da paz’ de US$ 1 bilhão: Trump convida aliados para criar rival da ONU
As forças israelenses entraram em Gaza, governada pelo Hamas, depois que os militantes do grupo atacaram o sul de Israel em 7 de outubro de 2023.
O conselho de paz foi um elemento central do plano de 20 pontos de Trump que ajudou a intermediar um cessar-fogo na guerra entre Israel e o Hamas em outubro.
Veja mais em bloomberg.com