A ausência do private equity nos IPOs

Também no Breakfast: Vale divulga cronograma para escolha de novo CEO | A aposta do Airbnb em experiências únicas | O bilionário que fez fortuna com cruzeiros de luxo sem crianças

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Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Enquanto fundadores de empresas e investidores de venture capital têm obtido ganhos com a recente recuperação de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, as de private equity mal têm se beneficiado.

As saídas - exits - das empresas do ramo estiveram ausentes dos US$ 13,7 bilhões levantados em ofertas iniciais nos EUA até agora neste ano, ainda que o volume de operações tenha aumentado mais de três vezes em relação ao mesmo período em 2023, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

Considerando os IPOs acima de US$ 100 milhões, apenas duas operações de empresas apoiadas por private equity foram concluídas até agora, levantando cerca de US$ 1 bilhão, mostram dados da consultoria PitchBook.

⇒ Leia mais: Retomada de IPOs nos EUA deixa de fora um importante apoiador: o private equity

No radar dos mercados

Futuros dos principais índices de Nova York subiam nesta manhã de quinta-feira (2) e rendimentos de títulos do Tesouro recuavam depois que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, minimizou na véspera a perspectiva de novos aumentos nas taxas de juros.

- Bradesco: crédito avança. O banco privado divulgou nesta manhã lucro de R$ 4,2 bilhões no primeiro trimestre, com estabilidade na base anual e alta de 46% sobre os três meses finais de 2023. Houve crescimento da carteira de crédito em todos os segmentos, segundo o CEO, Marcelo Noronha.

- Apple divulga o resultado. A big tech apresenta seus resultados trimestrais depois do fechamento do mercado. Analistas de Wall Street esperam uma nova queda nas vendas na base anual e estarão atentos aos resultados do iPhone no mercado chinês, em que enfrenta competição crescente.

- Cacau segue em queda. Os preços da tonelada em contratos futuros recuavam mais de 7% em Nova York nesta manhã de quinta-feira, para US$ 7.760, diante da falta de liquidez no mercado e da pressão para que traders consigam manter as suas posições. A cotação chegou a superar US$ 12.000 em abril.

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🔘 As bolsas ontem (01/05): Dow Jones Industrials (+0,23%), S&P 500 (-0,34%), Nasdaq Composite (-0,33%), Stoxx 600 (-0,79%), Ibovespa (-)

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Destaques da Bloomberg Línea:

• Vale planeja aprovar lista tríplice até final de setembro para escolha de novo CEO

• Proposta de fusão do BBVA com rival pode criar novo gigante do setor financeiro

• Moody’s eleva perspectiva do Brasil para ‘positiva’ e cita avanço em reformas

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• Também é importante: De olho em novas demandas, Airbnb quer crescer com hospedagens em locais ‘icônicos’ | Ele apostou em cruzeiros de luxo sem crianças. Agora acumula fortuna de US$ 5 bi

• Opinião Bloomberg: Cultura do burnout em Singapura cobra seu preço sobre a saúde mental

• Para não ficar de fora: Por que a Microsoft decidiu investir US$ 13 bi na OpenAI, revelam provas judiciais

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Equipe Breakfast: Marcelo Sakate (Editor-chefe, Brasil), Filipe Serrano (Editor, Brasil) e Mariana d’Ávila (Editora Assistente, Brasil)