O desafio de empresas familiares

Também no Breakfast: Os próximos passos da recuperação da Americanas, segundo a CFO | A nova escola tech brasileira lançada pela Link | A nova chefe global do Goldman para ultrarricos

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Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Empresas familiares na América Latina impulsionaram grande parte do desenvolvimento econômico da região e são a espinha dorsal de muitos mercados. Representam 75% de todas as empresas com valor superior a US$ 1 bilhão na região e 60% do seu produto nacional bruto, de acordo com dados da escola de negócios francesa INSEAD.

Mas nem todas as empresas familiares se tornam dinastias e ultrapassam quatro ou cinco gerações, o que continua a ser um de seus maiores desafios.

A Bloomberg Línea analisou as trajetórias de empresas como o Magazine Luiza, da família Trajano, a mexicana Femsa e a colombiana Alquería, entre outras, com a ajuda de especialistas, para apresentar os meandros de empresas familiares latino-americanas, os desafios que enfrentaram por décadas e as implicações de passar a liderança a novas gerações à medida que se expandem na região.

⇒ Leia mais: De grupo familiar a dinastia: o desafio de grandes empresários na América Latina

No radar dos mercados

As ações globais se mantêm perto da estabilidade nesta terça-feira (27), antes de dados econômicos e comentários de membros do Federal Reserve, que podem oferecer pistas sobre a trajetória das taxas de juros nos Estados Unidos.

🚀 Bitcoin nas alturas. O bitcoin (BTC) retomou o nível de US$ 57.000 pela primeira vez desde o final de 2021, sustentado pela demanda dos investidores por fundos de índice negociados em bolsa (ETFs), bem como por mais compras da MicroStrategy. No ano, o bitcoin já sobe 32%, estendendo um rali prolongado que também estimulou o apetite por tokens menores como ethereum e dogecoin.

🇺🇸 Sem pressa no Fed. O presidente do Fed Bank de Kansas City, Jeffrey R. Schmid, disse que o banco central dos EUA deve ser paciente ao cortar as taxas de juros com a inflação acima da meta de 2% e que o mercado de trabalho ainda está forte. Em seu primeiro grande discurso desde que assumiu o cargo há seis meses, Schmid também afirmou que não tem pressa para interromper a redução contínua do balanço do Fed.

🇧🇷 IPCA-15 e Focus. No Brasil, as atenções recaem hoje sobre os dados do IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, de fevereiro, que pode agitar as apostas para a Selic. Para Adriana Dupita, da Bloomberg Economics, o El Niño e a sazonalidade desfavorável devem continuar pesando nos preços de alimentos. A estimativa dos economistas é que o índice tenha acelerado para 0,81% na comparação mensal e 4,51% em termos anuais. Atenção também para o relatório Focus, do Banco Central, que será divulgado nesta manhã.

🇯🇵 Títulos japoneses em alta. O rendimento dos títulos de dois anos do Japão subiu para o nível mais alto desde 2011 após dados de inflação mais fortes do que o esperado aumentarem as apostas de que o banco central encerrará sua política de juros negativos nos próximos meses. Os traders aumentaram a probabilidade de o Banco do Japão abandonar sua política de juros negativos até abril para cerca de 82%, ante 78% na segunda (26), de acordo com dados de swaps compilados pela Bloomberg.

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🔘 As bolsas ontem (26/02): Dow Jones Industrials (-0,16%), S&P 500 (-0,38%), Nasdaq Composite (-0,13%), Stoxx 600 (-0,37%), Ibovespa (+0,15%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

• Pagamento a credores deve começar em 1º de abril, diz CFO da Americanas

• Goldman promove Meena Flynn para comandar área de serviços para ultrarricos

• Ações brasileiras podem ser beneficiadas com mudança no MSCI, diz Beker, do BofA

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• Opinião Bloomberg: Ozempic: falta de fábricas é obstáculo para o mercado de medicamentos para obesidade

• Para não ficar de fora: BYD aposta em SUV híbrido que flutua na água para crescer no mercado europeu

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Equipe Breakfast: Marcelo Sakate (Editor-chefe, Brasil), Filipe Serrano (Editor, Brasil) e Mariana d’Ávila (Editora Assistente, Brasil)