Aprenda a traçar uma estratégia moderna para proteção de dados

Guia desenvolvido pela Frost & Sullivan, em parceria com a Veeam, propõe maneiras para CIOs repensarem o gerenciamento de dados

Guia do CIO para proteção de dados moderna
Tempo de leitura: 3 minutos

O ano de 2021 é uma continuação do cenário de complexidade que a pandemia impôs a todos os negócios globalmente. No campo da proteção de dados, em especial, o período promoveu novos desafios para gestores da TI, que se viram não apenas com a tarefa de adaptar infraestruturas para comportarem as demandas do próprio negócio, mas também para abraçar uma gama sem igual de máquinas de usuários finais que, de suas casas, se tornaram a nova massa de trabalhadores remotos.

A adoção de nuvem híbrida registrou aumento de 14% no ano passado e o uso de múltiplas nuvens cresceu 54% no mesmo período, de acordo com um levantamento realizado pela consultoria Frost & Sullivan, encomendado pela Veeam. E essa, de fato, é uma mudança que veio para ficar: até 2025, a expectativa é de que mais de 50% das novas cargas de trabalho sejam hospedadas na cloud em vez de localmente.

Do ponto de vista operacional, a adoção da nuvem foi estratégica e promoveu a agilidade e a flexibilidade que os negócios necessitavam para manter operações em pleno funcionamento, visando comportar essa nova realidade, de relações a distância.

Com todo esse novo montante de dados alocado na nuvem, o novo cenário também trouxe uma fragmentação que, do ponto de vista de segurança da informação, se refletiu em desafios únicos à rotina dos CIOs.

O backup de dados corporativos ganhou uma nova camada de complexidade. O que antes já tinha um papel fundamental na garantia de continuidade de negócios e na certeza de que informações não seriam perdidas ao menor apagar de arquivos em decorrência de incidentes, assume atribuições ainda mais cruciais.

Por isso, nunca se fez tão necessário que CIOs e gestores responsáveis pelas áreas de tecnologia das mais variadas empresas, independentemente de porte ou segmento, implementem estratégias focadas em modernizar diretrizes de backup e recuperação de dados, para que promovam uma gestão mais inteligente e moderna dessas informações.

À parte da questão de gerenciamento de dados em si, as estratégias de recuperação e proteção de dados se tornam imperativos em um universo onde ataques cibernéticos se fazem cada vez mais presentes e sofisticados. Para se ter uma ideia, o número de ataques de ransomware alcançou crescimento de 715% em junho de 2020, em comparação ao período de 12 meses imediatamente anterior.

“A combinação de riscos de segurança crescentes, rápida adoção da nuvem e falta de priorização de backup e recuperação cria uma situação delicada, que pode resultar em lacunas imprevistas, vulnerabilidades de segurança e perda de produtividade”, resume Roberta Gamble, sócia e vice-presidente da Frost & Sullivan.

A importância de uma estratégia de gerenciamento de proteção dados moderna

Com um gerenciamento mais inteligente, as estratégias de dados podem contar, ainda, com soluções que utilizam uma camada extra de tecnologia embarcada — como Inteligência Artificial (IA) para automatizar e ampliar o aprendizado para otimizar processos. Assim, o nível de confiabilidade trazido ao processo de recuperação de dados pode atingir um novo patamar.

“A automação inteligente pode rastrear, identificar, registrar e analisar problemas para sugerir estratégias de resolução de eventos. Quando combinada com o monitoramento em tempo real, ela pode acelerar o tempo de resposta e reduzir as paralisações e tempos de inatividade relacionados”, observa Roberta.

Além disso, vale dizer, uma estratégia de backup, recuperação e gerenciamento de dados moderna também permite englobar um recurso que, hoje, é um grande diferencial competitivo: novas aplicações para dados subutilizados.

“Em vez de um repositório com cópias de informações corrompidas ou perdidas, os armazenamentos abrangentes de backup podem ser os ingredientes de uma ‘cozinha de testes’ completamente separada para as equipes de DevOps e DevTest”, argumenta a especialista.

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