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Incorporadoras da China têm metade da ‘dívida distressed’ mundial

Estresse da Evergrande atingiu dezenas de emissores relacionados ao mercado imobiliário chinês, deixando uma pilha de dívidas de alto risco de US$ 64 bilhões

Grupo Evergrande
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Bloomberg — Em um mundo onde o estímulo dos bancos centrais aliviou a maior parte dos problemas de liquidez nos mercados globais de títulos, a crise de incorporadoras imobiliárias da China se destaca.

Títulos em dólar com grau especulativo, ou junk, de emissores chineses alcançaram os maiores yields em cerca de uma década, após meses de preocupações sobre a crescente pressão de pagamentos de dívidas por incorporadoras e maior número de defaults no setor.

A crise foi agravada pelos problemas da China Evergrande, que não cumpriu os prazos de pagamento de juros de títulos no mês passado. Isso foi seguido por um default surpresa da incorporadora Fantasia e por um alerta da Sinic Holdings de que seu estado de inadimplência era iminente.

O estresse atingiu dezenas de emissores relacionados ao mercado imobiliário chinês, deixando uma pilha de dívidas de alto risco de US$ 64 bilhões que ofusca outros setores.

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