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Monaco Yatch Show está menor este ano, mas mais seguro

Depois de ter sido cancelado no ano passado em razão da pandemia, medidas de saúde foram reforçadas

Encerramento da estação de iates no Mediterrâneo. Nas próximas semanas, os iates migram para o Caribe e para a Flórida, deixando para trás o litoral da Croácia e as marinas de Monaco
Por Kevin Varley
26 de Setembro, 2021 | 11:02 am
Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — Pode haver menos iates no Monaco Yacht Show deste ano, mas os organizadores estão promovendo o evento como mais seguro e talvez mais grandioso do que nunca.

Depois de ter sido cancelado no ano passado em razão da pandemia, medidas de saúde foram reforçadas e implementadas bem antes do início do evento deste ano. Há 79 super iates estacionados no porto de Mônaco no momento. São quase 4,5 quilômetros de embarcações celebrando as últimas tendências da indústria e gerando boas vendas na feira, que acontece de 22 a 25 de setembro.

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O número é inferior ao de 2019, que contou com a presença de 108 iates ao longo de Port Hercule. Ainda assim, Mônaco é o sexto na classificação global de iates, atrás de gigantes como os Estados Unidos e os vizinhos do Mediterrâneo: Itália, França e Grécia.

Os 440 expositores da feira deste ano - em 2019 eram 580 - provavelmente estão se perguntando que rumo o mercado vai tomar em 2022. Os organizadores citaram um aumento anual de 28% nas vendas de iates no primeiro trimestre de 2021, após um 2020 desafiador. Sustentabilidade é um assunto da vez, já que a indústria tem buscado um futuro de baixo carbono para a propulsão naval.

Entre os maiores iates a figurarem em Mônaco este ano estão o IJE de 351 pés, o Quantum Blue de 341 pés, supostamente propriedade do bilionário russo Sergey Galitsky, o Carinthia VII de 319 pés, encomendado em 2002 por Heidi Horten, e o Kismet de 312 pés, de propriedade do dono da Jacksonville Jaguars, Shahid Khan.

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