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Agro

Demanda da China por grãos dos EUA alivia tensão nos mercados de commodities

Mercados de grãos mostram perdas generalizadas, reagindo a um dólar mais forte, bem como a melhores previsões do tempo

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O forte apetite da China por produtos agrícolas dos Estados Unidos pode ser uma das poucas áreas de conforto para investidores inquietos com os mercados de commodities atingidos por novas ondas de Covid-19 e pelo dólar mais forte.

As vendas de soja foram as maiores desde janeiro na semana encerrada em 12 de agosto, com compras da China acima de 1,1 milhão de toneladas e vendas totais de cerca de 2,2 milhões de toneladas. As exportações de trigo dos EUA para a China foram as maiores desde abril, de 197.400 toneladas. A China também aumentou as compras de algodão para a máxima de oito meses.

Os mercados de grãos mostram perdas generalizadas, reagindo a um dólar mais forte, bem como a melhores previsões do tempo e boas perspectivas para a produtividade do milho e da soja em vários estados importantes. Mas, no início da semana, os futuros do algodão saltaram para o maior nível em sete anos com apostas de que a China continuaria a sustentar a forte demanda. Os contratos reduziram os ganhos.

Os EUA esperavam que a China aumentasse as compras, mas essas vendas são significativas, disse Jack Scoville, vice-presidente da Price Futures Group em Chicago, em entrevista por telefone.

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